Por thiago.antunes

Rio - Diversas ações marcam hoje o Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha. A Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos (SEDHMI) fará ação social gratuita em parceria com a SuperVia, na Central do Brasil.

Ivone Caetano%3A orgulho femininoDivulgação

O evento terá feira de artesanato, oficinas de turbante e maquiagem, designer de sobrancelhas, fotografia das mulheres e apresentações culturais. O Ônibus Lilás, unidade móvel que oferece assistência social, jurídica e psicológica às mulheres vítimas de violência doméstica, estará estacionado na área externa da Central do Brasil com todos os seus serviços. O evento é das 10h às 19h.

A primeira desembargadora negra eleita para o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que é corregedora da CGU, Ivone Caetano, fará palestra especial às 18h30, no auditório da subseção OAB Leopoldina, Rua Leopoldina Rêgo, 542 - Sala 104. A juíza Ivone Caetano é presidente da Comissão da Igualdade Racial da OAB/RJ e o evento vale como horas complementares para acadêmicos de Direito.

A Alerj aprovou a criação do Fórum Permanente de Diálogo com as Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro para estabelecer um canal permanente de diálogo com os movimentos sociais do setor. O Fórum será lançado no plenário no dia 3 de agosto, às 9h. “O objetivo é dialogar com o setor”, afirmou o deputado Waldeck Carneiro, co-autor do projeto.

O Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha foi criado em 25 de julho de 1992, em Santo Domingos, República Dominicana, como marco internacional da luta e da resistência da mulher negra.

No Brasil, a data também homenageia Tereza de Benguela, que foi uma importante líder quilombola no século 18. Ela chegou a ser chamada de rainha, quando, após a morte de seu marido, José Piolho, que chefiava o quilombo do Quariterê, em Mato Grosso, passou a comandar a estrutura política, administrativa e econômica do quilombo.

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