Rocinha: Escolas abrem pela primeira vez desde o cerco das Forças Armadas

Crianças e adolescentes tentam retomar rotina após ocupação na favela. Na Maré, onde polícia procura Rogério 157, quase 15 mil estão sem aula

Por O Dia

Rio - Crianças e adolescentes tentam retomar a rotina após o cerco das Forças Armadas na Favela da Rocinha, na última sexta-feira. Nesta quinta-feira, as escolas municipais da comunidade reabriam pela primeira vez desde o cerco dos militares. Já no Complexo da Maré, onde a polícia procura Rogério 157, quase 15 mil alunos estão sem aula.

Na Favela da Rocinha existem seis escolas, duas creches e um Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI), que atendem 3.344 alunos. Além da Rocinha, funcionam normalmente hoje unidades educacionais do Vidigal e Vila Canoas, também em São Conrado.

Seis escolas municipais estavam fechadas na RocinhaRafael Nascimento / Agência O Dia

?Mais de 14 mil sem aula na Maré

Enquanto na Rocinha os alunos tentam recomeçar nas salas de aula, o mesmo não acontece com crianças e adolescentes do Complexo da Maré, onde ocorre uma operação para verificar a possibilidade de Rogério 157, pivô da guerra na Rocinha, estar no conjunto de favelas.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, 20 escolas, sete creches e 13 Espaços de Desenvolvimento Infantil (EDI) não estão funcionando nesta quinta-feira, deixando de atender 14.962 alunos sem aulas.


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