PM é morto na Avenida Brasil

Ele é o 128º policial morto este ano

Por O Dia

PM Éder Gomes de Matos foi mortoReprodução Internet

Rio - Um policial militar lotado no Batalhão de Operações Especiais (Bope), identificado como Éder Gomes de Matos, 37 anos, foi morto a tiros, no início da noite deste domingo, na Avenida Brasil, altura de Parada de Lucas, Zona Norte do Rio. Ele é o 128º PM morto este ano no Rio. 

De acordo com a corporação, o policial estava em uma moto, quando homens armados tentaram fechar a via e atiraram contra ele. A arma, a moto e outros pertences de Éder foram recuperados.

O policial, de 37 anos, chegou a ser socorrido por militares da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Parque Proletário, mas não resistiu aos ferimentos. Durante patrulhamento, equipes do 16ºBPM (Olaria) encontraram um carro abandonado com marcas de disparos em Cordovil. 

Seu enterro será às 10h30 desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap. A Delegacia de Homicídios (DH) foi acionada para fazer a perícia. O estava há seis anos na Polícia Militar. Ele deixa esposa e uma filha. 

Homem foi morto por disparo na manhã de sábado

A Polícia Civil está investigando a morte de Rafael da Silva Braga, de 28 anos, encontrado morto dentro de um veículo com marca de tiros, na manhã deste sábado, na Avenida Brasil, altura da Fazenda Botafogo, na Zona Norte do Rio. De acordo com a família da vítima, que trabalhava como técnico de manutenção em um supermercado e como motorista de Uber após as 22h, Rafael reclamava da violência na via, mas, salientava que era o caminho mais rápido para casa.

"Ele era uma pessoa tranquila. Não tinha vicio. O único vício que ele tinha era o de trabalhar demais. Hoje ele estaria de folga no mercado e trabalharia no Uber à noite", disse Paula Fernandes da Silva, ex-mulher de Rafael, com quem tem uma filha de oito meses.

Segundo Paula, a família ficou sabendo do ocorrido ao ligar para o celular da vítima. Ao atender, uma agente informou sobre a morte de Rafael, que de acordo com a Polícia Civil, foi encontrado com um tiro na nuca. A família suspeita de que ele tenha sido vítima de bala perdida, pois nada foi roubado do carro da vítima.

Ainda de acordo com Paula, pelo horário do crime, Rafael já estaria voltando para casa após a noite de trabalho. Ele, que costumava rodar na Zona Sul, trabalhava há cerca de cinco meses no aplicativo para completar a renda.

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