O 'Bico Doce' da Mangueira é nosso!

Integrante da equipe de intérpretes do samba da Verde e Rosa é de Nova Iguaçu

Por O Dia

Cremilson afirma que seu coração sempre foi da MangueiraDivulgação


Quem se emocionou com o samba da Mangueira na Avenida não imagina que por trás das vozes afinadas está Cremilson Silva, 39, o Bico Doce. O homem de sorriso largo, é cria de Nova Iguaçu. Duas semanas após o Carnaval, ele quer mesmo é se dedicar a seu projeto, o Samba da Casa Amarela.

“Bico Doce é um apelido carinhoso, porque minha voz é doce e ao mesmo tempo grave e forte”, explica Cremilson, provando que é pé-quente estreando já como campeão na Verde e Rosa.

Mas a história de amor com o samba começou bem antes.Cantor, instrumentista e compositor, Cremilson aprendeu cavaquinho na antiga Funabem, levado por seu pai, na época funcionário da instituição. Aos 16 anos começou a ganhar o seu sustento em rodas de samba da Baixada, na escola de samba Leão de Nova Iguaçu cantou ao lado de Jamelão. Em 2009, assumiu o microfone principal na Sapucaí, na Império Serrano. Em 2014 integrou o time de intérpretes da Portela e retornou ao Império em 2015. “Tive uma vida privilegiada, regada à samba”, conta.

Além integrar o time de cantores de grandes escolas de samba, Cremilson já participou de importantes rodas de samba como a Candongueiro, em Niterói.

Agora sua atenção está na Casa Amarela, projeto que recebeu o nome da música de seu ídolo, o sambista Candeia. “Meu objetivo é levar samba de raiz pela Baixada, valorizar esta cultura na região. Quero é cantar o samba”, conclui.

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Cremilson afirma que seu coração sempre foi da MangueiraDivulgação


Quem se emocionou com o samba da Mangueira na Avenida não imagina que por trás das vozes afinadas está Cremilson Silva, 39, o Bico Doce. O homem de sorriso largo, é cria de Nova Iguaçu. Duas semanas após o Carnaval, ele quer mesmo é se dedicar a seu projeto, o Samba da Casa Amarela.

“Bico Doce é um apelido carinhoso, porque minha voz é doce e ao mesmo tempo grave e forte”, explica Cremilson, provando que é pé-quente estreando já como campeão na Verde e Rosa.

Mas a história de amor com o samba começou bem antes.Cantor, instrumentista e compositor, Cremilson aprendeu cavaquinho na antiga Funabem, levado por seu pai, na época funcionário da instituição. Aos 16 anos começou a ganhar o seu sustento em rodas de samba da Baixada, na escola de samba Leão de Nova Iguaçu cantou ao lado de Jamelão. Em 2009, assumiu o microfone principal na Sapucaí, na Império Serrano. Em 2014 integrou o time de intérpretes da Portela e retornou ao Império em 2015. “Tive uma vida privilegiada, regada à samba”, conta.

Além integrar o time de cantores de grandes escolas de samba, Cremilson já participou de importantes rodas de samba como a Candongueiro, em Niterói.

Agora sua atenção está na Casa Amarela, projeto que recebeu o nome da música de seu ídolo, o sambista Candeia. “Meu objetivo é levar samba de raiz pela Baixada, valorizar esta cultura na região. Quero é cantar o samba”, conclui.

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