Feira do Peixe pretende comercializar mais de cinco toneladas de pescados

11ª edição do evento vai acontecer nos dias 12, 13 e 14 de abril em Campos dos Goytacazes

Por O Dia

Rio - Com a Semana Santa à porta, cresce a procura por peixes e frutos de mar para os almoços com a família. Em Campos dos Goytacazes, a pedida é aproveitar a Feira do Peixe 2017, que vai acontecer nos dias 12, 13 e 14 de abril. Uma das novidades da 11ª edição do evento é uma inédita exposição de peixes ornamentais.

No total estão confirmadas 23 bancas de peixes de diferentes pontos de Campos. Estarão presentes pescadores do Rio Paraíba do Sul, da Lagoa de Campelo, do Farol de São Thomé e da Ponta Grossa dos Fidalgos, além da Lagoa Feia, da Lagoa de Cima e Imbé, entre outras localidades. Também vão ser vendidos diversos alimentos feitos à base de peixes.

São esperadas cerca de três mil pessoas durante a 11ª Feira do PeixeDivulgação

Entre as novidades da 11ª edição da feira, uma exposição de peixes ornamentais. Algumas das espécies, aliás, são únicas, uma vez que foram desenvolvidas exclusivamente pelo professor Manuel Vasquez, professor titular do Laboratório de Zootecnia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf).

De acordo com o superintendente adjunto de Pesca e Aquicultura de Campos, José Armando Barreto, o mercado de peixes ornamentais — aquariofilismo — tem crescido bastante nos últimos anos. “É promissor. E a parceria com a Uenf pretende fomentar a atividade e incentivar o produtor artesanal de peixes ornamentais na região. É uma das ações do planejamento estratégico da Superintendência de Pesca e Aquicultura”, garante José Armando Barreto.

Já para o superintendente José Roberto Pessanha, uma outra novidade da 11ª Feira do Peixe será a ampliação da oferta de opções de pescado, mas sempre tendo como prioridade a exclusiva produção dos pescadores locais. “Um dos destaques é a oferta do selo Caranguejo, das espécies oriundas do manguezal da Carapeba, na Barra do Furado, além da traíra da Lagoa Feia e da piaba e o sairú de Lagoa de Cima”, enaltece José Roberto Pessanha.


Últimas de Rio De Janeiro