Brasileiro é otimista com uso da tecnologia para novas ideias, diz Microsoft

Além do estímulo nos negócios, o internauta no país é o que mais tem integrado o uso da tecnologia em seus hábitos de consumo na busca pelo melhor preço

Por O Dia

O brasileiro é o segundo povo mais otimista em relação ao impacto da tecnologia como indutor de ideias dentro das empresas. Para 83% dos entrevistados, a tecnologia ajuda na inovação para os negócios, segundo estudo da Microsoft “Views Around the Globe” (Visões ao redor do mundo), realizado com usuários de internet.

A percepção favorável é mais comum em países emergentes, onde 76% dos entrevistados disseram acreditar na tecnologia como um fator que impulsiona a inovação, enquanto que, nas economias desenvolvidas, o índice é de 63%. Já em termos de produtividade, 70% dos brasileiros enxergam uma contribuição da tecnologia nesse aspecto. Já na China e na Índia, os índices são, respectivamente, 71% e 76%. Na comparação com países desenvolvidos, como Estados Unidos e Alemanha, essa diferença aponta um forte contraste, já que os índices estão entre os mais baixos, com 57% e 56%, respectivamente.

O brasileiro é também o que mais utiliza a tecnologia para encontrar produtos com os menores preços. Segundo a pesquisa, 88% dos entrevistados afirmaram acreditar nesse serviço online. Esse percentual está acima da média global, de 74%, e também dos índices tanto dos países emergentes (72%) quanto dos desenvolvidos (77%).

Para o diretor de Advertising Online da Microsoft, Marcos Swarowsky, o estudo aponta uma divergência digital nas atitudes dos usuários de Internet nos países em desenvolvimento em comparação com aqueles de economia já estabelecidas. “Para os entrevistados de países emergentes é mais forte a percepção sobre o potencial da tecnologia como um gerador de oportunidades e acesso a informações capaz de estabelecer uma ponte entre as lacunas econômica e social dessas regiões”, explica.

Ainda segundo a pesquisa, 46% dos entrevistados acreditam que esses campos serão responsáveis por gerar as melhores oportunidades de trabalho no futuro.

Foram entrevistadas 12 mil pessoas de 12 países de dezembro de 2014 a janeiro deste ano. Para o bloco de economias emergentes, foram considerados Brasil, Índia, Rússia, China, Turquia, África do Sul e Indonésia. Já nos desenvolvidos, ficaram Estados Unidos, França, Alemanha, Japão e Coreia do Sul.

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