Por bruno.dutra

Que tal dar um incentivo para que eles peçam demissão? A Amazon decidiu adotar essa estratégia. Semana passada, começou a oferecer entre US$ 2 mil e US$ 5 mil, de acordo com o tempo de casa, para aqueles que não estejam ‘totalmente comprometidos’ com a empresa.

O chefe da Amazon, Jeff Bezos, escreveu aos acionistas dizendo que o objetivo desse ‘bônus’ é fazer com que os empregados reflitam se estão mesmo a fim de trabalhar. Tem a ver. Segundo pesquisa da Gallup citada pelo ‘Los Angeles Times’, nada menos que 70% dos americanos não estão devidamente ‘engajados’ ou ‘comprometidos’ com suas empresas. Ainda de acordo com a consultoria, a perda de produtividade dessa turma gigante é calculada em algo entre US$ 450 bilhões e US$ 550 bilhões. 

Como Bezos disse, ter colaboradores trabalhando onde não querem não é bom nem pro sujeito, nem pra empresa. Se está infeliz, melhor cair fora mesmo. Até porque, vamos combinar, não está fácil pra ninguém, e a fila anda mui rapidamente.

Outras companhias estão fazendo isso lá nos EUA. A Netflix, por exemplo. Mas só as grandes têm fôlego para ações como essas. Afinal, há gastos trabalhistas envolvidos na demissão de funcionários, além dos custos com a captação e o treinamento dos novos funcionários. Você acredita que essa política do “Ame-o ou deixe-o?” possa vingar por aqui?

Você é Android ou IOS?

Qual seu tipo preferido de sistema operacional? Android ou iOS? Sei que há outros, mas eles não entraram na pesquisa da iPhoneNews, querendo saber que tipo de smartphone combina com você. Alguns resultados servem de fotografia do mercado. 

Diz a pesquisa, por exemplo, que os que usam iPhone têm maior nível de escolaridade, maior renda média e melhores qualificações profissionais. Este também é o grupo de viciados em dispositivos digitais. São bons consumidores. Podemos pensar que, neste caso, o smartphone tem a ver com status? Alguém desconfia? 

Já a turma do Android, que está proporcionalmente em menor número, é o que mais gosta ou entende de tecnologia e trabalha nessa área. Curiosamente, a ‘Business Insider’ acaba de publicar que, nas internas, a intenção da coreana Samsung é livrar-se do Android tão logo seja possível.

Não está fácil viver no facebook

Há muitos e muitos carnavais, quando alguns aí nem tinham nascido, todos adoravam falar mal da Microsoft. Mas o tempo correu. Hoje, todo mundo ama falar mal do Facebook.

Curioso que tem gente que vive dizendo algo como ‘Não aguento esse povo do Face’, como se cada um não tivesse qualquer responsabilidade sobre as pessoas que estão em sua timeline. Claro que tem. O negócio é escolher as suas companhias, ora. Mas o que importa é que não temos como não ficar de olho no Facebook, que está fazendo um movimento importante para quem se liga no mercado online.

Pouco a pouco, mas de forma consistente, a rede do Mark Zuckerberg (aí da foto) está cada vez mais preocupada com o mundo mobile. Isso significa, por exemplo, SIMPLIFICAR os aplicativos, não deixando-os atrelados necessariamente ao mundo desktop. Como se sabe, pensar dói (ok, é exagero). Mas é certo que usuário de software não gosta de pensar muito. Complicou, ele busca alternativa.

O Google sabe disso desde o início, e eis aí uma boa razão para seu sucesso. Mas o Facebook, que, pelo jeito, sabe tudo de rede social, apenas agora está querendo investir mais em simplicidade. E, segundo os analistas americanos, é esta uma boa chance para que os desenvolvedores de apps aprendam com Zuck.

Outro ponto importante em que devemos ficar ligados: o alcance orgânico das empresas via marketing vai ser reduzido de 1% para 2%, diz a ‘ValleyMag’. Quer dizer que, se hoje cada post da sua empresa alcança mil seguidores, em breve chegará a apenas 500. Você precisará investir mais para crescer sua base de fãs e, com isso, conseguir maior alcance. Ou desembolsa alguma grana para fazer seu post bombar ou tem que dar um tiro certeiro — o que não é fácil. Para o usuário, nada muda.

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