Por diana.dantas

Todo mundo sabe que a próxima sexta-feira é a chamada Black Friday, o dia em que os lojistas online de todo o mundo resolvem oferecer promoções incríveis. Mas todo mundo sabe também que o varejista brasileiro vacila, principalmente quando aumenta o preço-base para aplicar um descontão e, no fim das contas, fica tudo no elas por elas. Isso aconteceu antes, tanto que o dia ficou marcado como Black Fraude.

E o pior é que esse cambalacho, claro, vai continuar acontecendo em algumas lojas. Por isso, todo cuidado é pouco. Antes de cair nas tentações, vale pesquisar a lista elaborada pela Camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) em parceria com o Busca Descontos, com lojas que são consideradas confiáveis. O endereço é //blackfriday.com.br/legal. Já o código de ética das entidades pode ser encontrado em //www.camara-e.net/ blackfriday/codigo.html.

Ainda assim, o dia promete. Segundo a consultoria Conversion, especializada na otimização de sites, o varejo eletrônico brasileiro deve faturar cerca de R$ 1,54 bilhão no evento deste ano, contra os R$ 770 milhões apurados em 2013. Serão uns 5,2 milhões de pedidos, ou algo como 61 encomendas por segundo. Calcula-se que esse movimento represente cerca de 4% de todas as compras do ano (com previsão estimada em R$ 133 bilhões). É muita coisa para apenas um dia de promoções. Se os pilantras não fossem tantos, certamente haveria muito mais a comemorar.

Desnude suas ideias

Existe no Massachusetts Institute of Technology, o famigerado MIT, um departamento onde o uso de roupas é opcional. Isso mesmo. Você pode ficar trabalhando o dia inteiro peladão (ou peladona), 
e tá tudo lindo — ou mais ou menos lindo, vá lá. Também ficaram famosas algumas festas de estudantes do MIT em que a ordem era: todo mundo nu. Deveras confortável. Esse comportamento é esquisitice de gringo ou tem a ver com inovação, esse assunto que tanto tem nos perseguido? Aarrisco dizer que tem a ver com inovação por algumas características típicas dos grandes centros criadores de tecnologia — como o próprio MIT.

Uma delas seria justamente deixar você livre de velhos padrões de comportamento. E cobrir as próprias vergonhas é um hábito bastante antigo, desde que Adão (ou Eva, não lembro bem) inaugurou a indústria da moda customizando folhas de parreira...

A GoPro chega para as massas 

Queridinhas de esportistas e skatistas, as câmeras da GoPro começarão a ser fabricadas no Brasil. Se você não sabe quais são, trata-se daquelas que podem ser adaptadas ao capacete, ou à bicicleta, ou em quase qualquer lugar, e vão gravando o que se passa no seu caminho. É uma brincadeira geralmente inútil, mas pode ser divertida. Com essa novidade, a fabricante já garante que o modelo HERO3+ Black Edition estará custando R$ 1.699 em redes como Fast Shop, Fnac, Ponto Frio, além de algumas lojas Walmart e outros varejistas. 

Os gringos e seus links maliciosos

Pare de falar mal dos chineses. Pelo menos quando se trata de enviar armadilhas digitais para o resto do planeta, os EUA estão na frente. Segundo o relatório Q4 da equipe IBM X-Force, os americanos hospedam mais de 43% de todos os links maliciosos do mundo. Aí sim vem a China, no segundo lugar da lista, com cerca de 11% do total. Esse patamar é quase o dobro do que foi registrado no ano passado.

Já a Alemanha caiu da segunda para a terceira colocação, com 8,3% dos links maliciosos. No ranking de países com servidores do tipo botnet command-and- control, o Brasil ocupa a oitava posição. Entre os que hospedam links maliciosos, o Brasil ficou com a 16ª posição.



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