O cão é considerado um reservatório da leishmaniose porque hospeda o protozoário causador da doençaReprodução Internet
Por MARIA INEZ MAGALHÃES
Publicado 28/01/2018 03:00 | Atualizado 21/02/2018 11:25

Já falamos aqui do Aedes Aegypti que transmite a dirofilariose, a doença do verme do coração. Mas tem outro mosquito zunindo por aí que pode fazer mal ao seu peludo e também aos humanos: o flebotomíneo, o mosquito-palha ou birigui, responsável por transmitir, pela picada, a leishmaniose visceral, que é uma zoonose.

A doença é causada por um protozoário, o Leishmania chagasi. Ele fica hospedado no cão, que não transmite a doença. Quem faz isso é o mosquito. A explicação é da Karin Botteon, veterinária e coordenadora técnica da Boehringer Ingelheim Saúde Animal.

Os sintomas são alterações na pele, queda de pelos, prostração, febre, perda do apetite e problemas oculares. A leishmaniose pode matar ou deixar sequelas e não tem cura. O controle é a prevenção combatendo o mosquito. Deve-se evitar acúmulo de folhas e plantas, fezes de animais e lixo, locais onde ele se reproduz. Os cães podem ser protegidos com produtos repelentes.

Karin conta que a doença também acomete gatos, mas com menos frequência. E faz um alerta: alguns produtos para combater a doença em cães não devem ser usados em gatos. Em caso de dúvidas, consulte sempre o veterinário.

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