Por Flavio Ricco
Publicado 29/01/2018 18:31 | Atualizado 05/02/2018 20:06

Rio - Ilegalidades à parte, as TVs que, por necessidade ou falta de competência, recorrem a prática da venda de horários, poderiam ao menos usar de alguns cuidados para não se deixar levar pela esculhambação absoluta. A discussão sobre o aviso que antecede a exibição de uma produção independente é tão antiga quanto inócua, sempre dando margem a diferentes ou mais convenientes interpretações.

Como exemplo da vez, o atual estado da Record News, emissora apresentada como um canal de notícia e que até prova em contrário deveria fazer prevalecer a confiabilidade em tudo o que exibido na sua grade de programação. Mas, como, se boa parte dela está entregue nas mãos de terceiros? E que entre eles tem um chamado 'Empresários de Sucesso', cujo formato e conteúdo em nada se diferencia dos muitos televendas espalhados em outros tantos lugares das TVs aberta e fechada.

Tudo muito na base do "pagou, entrou".

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Na Record, que todos conhecemos, dinheiro nunca foi problema para fazer televisão. E televisão para brigar por disparado primeiro lugar.
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O fato de não fazer, como é o caso da Record News, revela que o problema é bem outro.

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