Rio - Mais do que um substituto, Marcelo sonha com um lugar definitivo no time titular do Botafogo em 2018. Na ausência do capitão Carli, poupado, ele iniciou o clássico com o Fluminense. Nos bastidores, já é apontado como o favorito à vaga de Igor Rabello, na mira do Spartak Moscou, da Rússia a diretoria aguarda propostas oficiais pela promessa, com multa de 10 milhões de euros (cerca de R$ 39 milhões).
Atento às oportunidades, Marcelo, de 22 anos, se considera mais maduro para enfrentar os desafios ao longo da carreira. Surpresa na lista de inscritos do Botafogo na Libertadores do ano passado, ele substituiu Carli à altura na fase pré-Libertadores e se destacou na marcação dos experientes Paredes, do Colo-Colo (CHI) e Roque Santa Cruz, do Olimpia (PAR).
"No ano passado, fiquei mais maduro. Cheguei bem nervoso no início do ano. Acho que eu estou mais calmo nos jogos. Na Libertadores, acho que eu ia um pouco afobado em alguns lances. Acho que estou mais maduro", afirmou Marcelo.
O truncado início do Botafogo no Campeonato Carioca é um dos desafios de Marcelo e dos demais companheiros de defesa, que sofreu com a bola aérea nas primeiras rodadas. Ainda sem vencer, o Alvinegro enfrentará o Macaé, quinta-feira, no Moacyrzão, pressionado. Um novo tropeço pode colocar em risco à classificação para a semifinal da Taça Guanabara. Para não ficar 'bolado' com uma precoce eliminação, o zagueiro dá a receita para a equipe iniciar a reação na competição.
"O Campeonato Carioca é uma fase que serve mais como uma preparação para as competições mais fortes. Não quero dizer que o Carioca não é importante, mas serve para encontrarmos o melhor entrosamento dentro da equipe por bons resultados. Seria muito constrangedor ficarmos de fora da semifinal. Particularmente eu ficaria 'bolado'. Mas isso não irá acontecer, vamos para vencer o Macaé", garantiu o zagueiro.
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