Zé Ricardo comandou parte do treino a portas fechadasPaulo Fernandes/Vasco
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Publicado 14/02/2018 08:30

Rio - Em plena Quarta-feira de Cinzas, confetes nas cabeças, purpurina nas bochechas, o Vasco vai a campo para um duro compromisso pela Copa Libertadores. Duro porque o Jorge Wilstermann, da Bolívia, está numa prateleira acima do chileno Universidad de Concepción, adversário anterior e que foi facilmente despachado (vitórias por 4 a 0 e 2 a 0).

O time do Vasco ainda está em progresso, mas é preciso tomar muito cuidado por se tratar de uma equipe renovada e que carece de alguns ajustes. Com a bola nos pés, tornou-se mais veloz ao trocar a experiência do veterano Nenê pela juventude de Evander. No ataque, Riascos e Rildo são boas opções, enquanto o técnico Zé Ricardo (foto) aguarda por melhores dias de Andrés Rios, que ainda está devendo. O problema tem sido a recomposição defensiva, carecendo de ajustes e no combate as bolas altas na área. Vale lembrar que Erazo, bom no quesito, estará fora de combate hoje à noite, cumprindo suspensão automática por expulsão no jogo passado.

Feito esse alerta, desejo sorte ao Vasco e que consiga o resultado que precisa para jogar com alguma folga a segunda partida na altitude de 2.800 metros na cidade boliviana de Sucre.

PEDALADAS
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BOLA FORA
BOLA DENTRO
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FANIQUITO ENTRA EM CAMPO
No meu tempo de menino, algumas das mais deliciosas peladas de rua, daquelas disputadas no paralelepípedo mesmo, em que a gente voltava para casa sem a tampa do dedão do pé, algumas vezes não rolava porque o riquinho, ao ser barrado pelo resto da turma, dava faniquito (hoje é mais conhecido como piti), gritava que a bola era dele e ia choramingando para casa. Depois, eles crescem e alguns viram dirigentes de futebol. Isso explica o campo é meu e não empresto porque aquele garoto gozou a gente. Fala sério, minha gente!
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