Ford Mustang elétrico acelera de zero a 100 km/h em 4 segundos

Muscle car tem visual inspirado em modelo clássico da década de 1960. Edição é limitada a 499 unidades

Por O Dia

Grade dianteira bipartida da versão elétrica invade o para-choque, que tem dimensões alargadas
Grade dianteira bipartida da versão elétrica invade o para-choque, que tem dimensões alargadas -

Rio - Os carros elétricos estão ai para ficar, e isso não é nenhum segredo. Mas algumas aplicações do motor sem combustão podem surpreender até os mais avessos à popularização desse tipo de propulsão. É o caso do Ford Mustang EV desenvolvido pelos britânicos da Charge Cars, e que será demonstrado no Festival de Goodwood deste ano.

Autorizada a produzir veículos inspirados em clássicos como o muscle car da década de 1960, a oficina se superou ao produzir a versão elétrica. Ao contrário do tradicional V8, o modelo movido a eletricidade vem equipado com um motor elétrico para cada roda.

Juntos, eles geram uma potência combinada de 544 cv e 122,3 kgfm de torque - força de fazer inveja nos modelos daquela época, que só alcançavam até os 390 cv. As baterias do Mustang EV são de 64 KW e a autonomia declarada pela preparadora é de mais de 300 km. 

Ao contrário do modelo da década de 1960, conjunto de iluminação da versão elétrica vem todo em LED - divulgação

VELOCIDADE DE ATÉ 290 KM

Com o conjunto de quatro motores, o muscle car elétrico pode chegar até 290 km/h de velocidade máxima e fazer o zero a 96 km/h em até quatro segundos. É praticamente o mesmo tempo que leva a versão atual movida a gasolina que é vendida por aqui e usa motor V8 turbo 5.0.

No visual, o modelo adota incrementos ao visual clássico da geração de 1960 do Mustang. Destaque para o para-choque mais robusto e sem a tradicional barra metálica, grade dianteira bipartida, capô com entrada de ar mais elevada e spoiler esculpido na tampa do porta-malas. O conjunto de iluminação em LED também é bem diferente dos tradicionais. 

Com produção limitada a 499 unidades e preço salgado de 300 mil libras (cerca de R$ 1,4 milhão, em conversão direta), o modelo pode ser considerado um carro para poucos usuários.

 

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Grade dianteira bipartida da versão elétrica invade o para-choque, que tem dimensões alargadas fotos divulgação
Traseira também ganhou para-choque mais robusto. Spoiler esculpido na tampa do porta-malas é destaque FOTOS divulgaÇÃO
Para comportar as rodas mais largas, as caixas de roda da versão elétrica precisaram ser trazidas para fora, o que deixa o modelo com aspecto mais 'parrudo' divulgação
Ao contrário do modelo da década de 1960, conjunto de iluminação da versão elétrica vem todo em LED divulgação

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