Publicado 16/12/2021 16:24 | Atualizado 16/12/2021 16:30
Belford Roxo - Para manter a vacinação dos animais de Belford Roxo em dia, a Secretária Municipal de Saúde em parceria com a Secretária Estadual de Agricultura, está aplicando as doses contra febre aftosa nos rebanhos de bovinos e bubalinos (búfalos) locais. Nesta semana foram vacinados 15 animais, sendo sete machos e oito fêmeas do Sítio São Jorge, na Piam. A segunda etapa da campanha de vacinação começou em novembro e foi prorrogada para esse mês. Na primeira etapa foram imunizados 238 animais. Na segunda, que está prorrogada, 80.

A médica veterinária do Núcleo de Defesa Agropecuária da Secretaria Estadual de Agricultura, Lilia Marques, explicou que dentro da área de abrangência, atendem ao município de Belford Roxo, uma parceria que acontece há mais de 10 anos. “É importante manter todos os bovinos imunizados para que a doença não se propague. Ela causa aftas na boca ou nas patas causando uma manqueira, além de uma febre muito alta. Acomete não só os rebanhos bovinos, mas todos os animais de casco fendido como os suínos, caprinos e ovinos e causa vários prejuízos, pois eles começam a perder peso e isso diminui a produção”, ressaltou.
Febre aftosa
Lilia também afirmou que o Estado hoje tem a classificação livre da febre aftosa com a vacinação. Em Belford Roxo ela ressaltou a parceria. “Temos acesso aos produtores, já realizamos um curso de formação de agentes em sanidade animal e o projeto que estamos executando “Educação Sanitária nas escolas rurais”, onde levamos informações para as crianças que são filhos de produtores rurais”, finalizou ao lado do zootecnista José Humberto que aplicou as doses nos animais com uma pistola.
O proprietário do amplo espaço cuida de quase todos os tipos de animais típicos de uma fazenda. Com a produção diária, Enéas Brasil Gonçalves, 59, anos, cuida muito bem de seu rebanho. “Todos os anos a Prefeitura nos procura para vacinar os bovinos e nos alertar dos riscos. Caso não seja aplicada a vacina, podem gerar danos para a saúde da população por ingestão de leite e carne contaminados da doença. Então procuramos fazer o correto para não ter prejuízo e a Prefeitura nos dá suporte e assistência na vacinação”, disse Eneas.
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