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Os juízes e desembargadores estaduais do Rio de Janeiro e de todo o país não aderiram à greve convocada pela Ajufe. De acordo com a Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), a entidade seguiu a decisão da AMB para defender a união e a valorização da classe.

Por meio de manifestações à imprensa e mensagens entre associados, entidades têm afirmado que o protesto se dá no momento em que o auxílio-moradia está na iminência de voltar à pauta do Supremo Tribunal Federal. Segundo associações do setor, a pressão sobre o tema é uma forma de contra-ataque à magistratura e retaliação à Força-Tarefa da Operação Lava Jato.

Paloma Savedra, da 'Coluna do Servidor', noticiou na segunda-feira que, pelas sondagens de representantes de magistrados no STF, o auxílio-moradia será derrubado pela Corte.

Fontes do Judiciário dão como certo o resultado do julgamento na próxima quinta-feira, dia 22.

Desde 2014 que o auxílio, no valor de R$ 4.377,73, é direito de todos os magistrados estaduais e federais, assim como de promotores e procuradores da República em atividade.

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