Racismo e mulheres no caminho do capitão

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O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL), se livrou da acusação de racismo. Por 3 votos a 2, o STF rejeitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República.

Em outra arena, as redes sociais, o dia trouxe notícias piores. O grupo 'Mulheres unidas contra Bolsonaro', no Facebook, atingiu ontem à noite a marca de 850 mil membros. Isso em apenas 13 dias. O grupo foi criado em Salvador, pela baiana Ludimilla Teixeira, e é administrado por nove mulheres e 71 moderadoras. Agora, elas estão engajadas em uma fora-tarefa para admitir as mulheres que querem entrar no grupo. "O número de solicitações não baixa de 10 mil por minuto!", diz a professora Maíra Motta, de 40 anos, uma das administradoras.

"É uma organização das mulheres contra o fascismo", resumiu Maíra, que garante haver membros de esquerda, centro e até de direita no grupo.

 

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