Tribunal da Lava Jato mantém pena de Dirceu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Além do ex-ministro, seu irmão Luiz Eduardo de Oliveira e Silva e o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque, réus no mesmo processo, também tiveram os embargos de declaração julgados

Por O Dia

José Dirceu chegou a ser preso, mas responde em liberdade por determinação do STF
José Dirceu chegou a ser preso, mas responde em liberdade por determinação do STF -

Rio - O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou na tarde desta quarta-feira o recurso de embargos de declaração interposto pela defesa do ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu..A pena foi mantida em oito anos, dez meses e 28 dias de reclusão pela prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em ação penal no âmbito da Operação Lava Jato.

O Tribunal formou maioria por prisão domiciliar para Palocci, por delação premiada.

José Dirceu chegou a ser preso, mas responde em liberdade por determinação do STF.

Além de Dirceu, o seu irmão Luiz Eduardo de Oliveira e Silva e o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato de Souza Duque, que são réus no mesmo processo, também tiveram os embargos de declaração julgados. Luiz Eduardo teve a sua pena de oito anos e nove meses de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro mantida. Além disso, Duque também teve a sua pena de seis anos e oito meses de reclusão por corrupção passiva inalterada. 

A 8ª Turma do tribunal, por unanimidade, deu parcial provimento aos recursos somente para esclarecer algumas dúvidas das defesas dos réus acerca dos motivos pelos quais suas teses não foram acolhidas pelos desembargadores federais quando julgaram, em setembro passado, a apelação criminal no processo que os condenou. A decisão foi proferida nos termos do voto do relator das ações relativas à Lava Jato no TRF-4, desembargador federal João Pedro Gebran Neto.

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