Jornalistas são orientados a 'não tentarem pular a cerca' durante posse

Repórteres designados a realizar a cobertura em um determinado local ficarão impedidos de se deslocarem para outros pontos até o encerramento da cerimônia

Por ESTADÃO CONTEÚDO

Jornalistas tiveram que passar por detectores de metais antes de subir no ônibus e, chegando no Congresso, passarão por uma segunda revista
Jornalistas tiveram que passar por detectores de metais antes de subir no ônibus e, chegando no Congresso, passarão por uma segunda revista -

Brasília - Advertidos de que teriam a circulação restrita durante toda a cobertura da posse presidencial, jornalistas foram orientados pelo cerimonial do presidente eleito Jair Bolsonaro a "não tentarem pular a cerca de jeito nenhum". O aviso foi dado aos profissionais que embarcavam em ônibus para serem levados ao Congresso, ao Palácio do Planalto e ao Palácio do Itamaraty, locais onde ocorrerão, a partir desta tarde, as principais solenidades que fazem parte da cerimônia de posse.

A concentração de jornalistas no Centro Cultural Banco do Brasil, ponto de partida para cada um dos locais de credenciamento, teve início por volta das 7h da manhã. Pelas regras estabelecidas pelo cerimonial do presidente eleito Jair Bolsonaro, os profissionais designados a realizar a cobertura em um determinado local ficarão impedidos de se deslocarem para outros pontos até o encerramento da cerimônia.

Ao fim de cada cerimônia, os profissionais serão removidos da área de isolamento também em ônibus, de acordo com a orientação do cerimonial.

Os jornalistas tiveram que passar por detectores de metais antes de subir no ônibus e, chegando no Congresso, passarão por uma segunda revista.

 

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