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Ataques à Globo estão entre assuntos mais comentados no Twitter

As hashtags 'GloboLixo' e 'GloboFakeNews' estão entre as mais comentadas no Twitter nesta terça-feira. 'FlavioBolsonaroNaCadeia' também está entre os assuntos mais repercutidos na rede social

Por O Dia

Senador Flávio Bolsonaro
Senador Flávio Bolsonaro -

Rio - As hashtags ' GloboLixo' e 'GloboFakeNews' estão entre as mais comentadas no Twitter nesta terça-feira. A hashtag 'FlavioBolsonaroNaCadeia' também está entre os assuntos mais repercutidos na rede social.

Os apoiadores da família Bolsonaro criticam a emissora por reportagens sobre suspeitas de envolvimento do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) em esquema de recolhimento de parte do salário dos funcionários do seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A prática ilegal é conhecida como 'rachadinha'.

Um dos conteúdos compartilhados é a resposta do jornalista Boris Casoy, da Rede TV!, às críticas que recebeu de telejornais da Rede Globo e do canal de assinatura da GloboNews, que o acusaram de não ter feito perguntas importantes. "Bom jornalismo é o que faz as perguntas isentas e imparciais e não o jornalismo inquisitivo que almeja obter respostas que gostaria de ouvir do entrevistado", defendeu-se o âncora. 

Em nota, o programa Fantástico, da TV Globo, criticou as entrevistas com o filho do presidente feitas nas emissoras Record e RedeTV!. "Ao senador não foi perguntado —e por isso não respondeu— por que optou por 48 depósitos de R$ 2.000 com diferença de minutos em cada operação em vez de depositar a totalidade do que recebeu em espécie, de uma vez só, na agência bancária onde tem conta. Também não foi questionado por que preferiu receber parte da venda do apartamento em dinheiro e não em cheque administrativo ou transferência bancária", diz o texto.

Por outro lado, a hashtag FlavioBolsonaroNaCadeia vincula o deputado aos policiais alvos de mandados nesta terça-feira por suspeitas de envolvimento com a organização criminosa Escritório do Crime, suspeita de ter participado do assassinato da vereadora Marielle Franco. O deputado homenageou na Alerj dois dos militares procurados e empregou a mulher e a mãe de um deles em seu gabinete.

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