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Heleno: Bolsonaro precisava dar uma 'respiradinha'

Presidente cancelou coletiva de imprensa com ministros, que estava marcada para as 16 horas, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça

Por ESTADÃO CONTEÚDO

Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante entrevista para Lally Weymouth do The Washington Post.
Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante entrevista para Lally Weymouth do The Washington Post. -

São Paulo - O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, atribuiu à agenda pesada e o cansaço a decisão do presidente Jair Bolsonaro de cancelar pronunciamento conjunto no Fórum Econômico Mundial de Davos. O pronunciamento estava marcado para as 16 horas.

"A agenda é pesada. A diferença acaba influindo. Ele já não dorme muito bem, de muito tempo, não é de hoje. Se der uma chancezinha às vezes ele dorme no carro porque a programação é cansativa", explicou o general, depois de o presidente ter retornado ao hotel.

Segundo Augusto Heleno, não "há nada além disso" com o presidente. O ministro disse que os encontros do presidente em Davos têm sido ótimos e almoço desta quarta foi bastante produtivo. "Não tem nada que possa ter levado ele a sair com pressa. Ele precisava dar uma respiradinha para continuar na programação", disse.

O ministro negou também que o presidente tenha se sentido mal. "Sentiu nada. Você não viu a velocidade que ele saiu de lá. Essa velocidade não é de alguém que está sentindo alguma coisa. É de alguém que está se sentindo bem", disse o general.

Heleno foi escalado para dar explicações depois de mais de uma hora de informações desencontradas sobre o cancelamento do pronunciamento do presidente.

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