Diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Adriano Furtado, durante entrevista coletiva para apresentar um balanço da primeira fase da Operação Lábaro da PRF - José Cruz/Agência Brasil
Diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Adriano Furtado, durante entrevista coletiva para apresentar um balanço da primeira fase da Operação Lábaro da PRFJosé Cruz/Agência Brasil
Por O Dia*

Brasil - A Operação Lábaro, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), prendeu 2.924 pessoas desde o dia 14 de março, quando a ação foi deflagrada. O objetivo é concentrar forças para reduzir a criminalidade entre fronteiras e a violência no trânsito.

Atualmente, 500 agentes trabalham, em regime de escala, nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. A PRF trabalha com um déficit em torno de 3,2 mil servidores e aguarda a autorização do Ministério da Economia para a contratação de pessoal.

De acordo com balanço divulgado pela PRF nesta quinta-feira, cerca de 18 toneladas de maconha, duas toneladas de cocaína e 10,7 milhões maços de cigarro contrabandeado foram apreendidos. Além de armas, e munições apreendidas, 611 veículos furtados foram recuperados durante blitz nas estradas. A ação deve ser mantida até o dia 31 de dezembro.

De acordo com o diretor-geral da PRF, Adriano Furtado, a Operação Lábaro permite o mapeamento de rotas utilizadas pelo crime. Segundo ele, dessa forma, será possível flagrar atividades ilegais não apenas nas fronteiras. Ele destaca que um efetivo maior é necessário para o sucesso da operação.

Adriano falou ainda sobre as regiões de fronteira, que são as que demandam maior atenção dos agentes rodoviários federais, sobretudo, em Mato Grosso do Sul, estado da região centro-oeste que faz fronteira com a Bolívia e Paraguai, e onde foi registrado o maior volume de apreensões. 

*Com informações da Agência Brasil 

 

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