Gustavo Henrique Elias Santos, conhecido como DJ Guto - Reprodução Internet
Gustavo Henrique Elias Santos, conhecido como DJ GutoReprodução Internet
Por Agência Brasil
Rio - Gustavo Elias Santos, conhecido como DJ Guto, teve o pedido de liberdade concedido após a homologação de delação premiada feita pelo juiz titular da 10ª Vara Federal de Brasília, Vallisney de Souza Oliveira. 

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Ministro Sergio Moro atuou como juiz federal da força-tarefa Reprodução TV Senado
Glenn Greenwald é um dos fundadores do The Intercept Brasil, site responsável pelos vazamentos de conversas entre Sergio Moro e procuradores da Lava Jato Reprodução TV Câmara
Gustavo Henrique Elias Santos, conhecido como DJ Guto Reprodução Internet
Walter Delgatti Neto (à esquerda) e Gustavo Henrique Elias Santos (à direita): suspeitos de hackeamento presos em Operação Spoofing reprodução internet
Apoiadores do ministro Sergio Moro e da operação Lava Jato em protesto em Copacabana Vanessa Ataliba / Parceiro / Agência O Dia
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Jornalista americano Glenn Greenwald é editor do site The Intercept Agência Brasil/Fernando Frazão


O relatório final da Operação Spoofing, da Polícia Federal, foi divulgado nesta semana, e apontou o envolvimento direto de Gustavo na invasão dos celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, do procurador da República, Deltan Dallagnol, e de outros membros da esfera política e do poder público. O relatório indicia Gustavo por formação de quadrilha, invasão de dispositivo eletrônico e interceptação telemática. 
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Durante as buscas realizadas na casa de Gustavo, a PF localizou cerca de R$ 90 mil em dinheiro. Inicialmente, o DJ não soube explicar a origem, que disse agora ser fruto de transações on-line de criptomoedas. Segundo a Defensoria Pública da União, que representa o acusado Danilo Marques - preso na primeira fase da operação -, um inquérito diferente investiga o envolvimento do DJ Guto e de Walter Delgatti Neto, conhecido como Vermelho, em lavagem de dinheiro, estelionato, obstrução de justiça e envolvimento com organizações criminosas.

Gustavo tem antecedentes criminais e já havia sido condenado pela Justiça. Ele tem passagens por roubo de veículos, posse de documentos adulterados e por portar réplicas de armas de fogo.

A reportagem entrou em contato com o advogado de Gustavo, Ariovaldo Moreira, mas não obteve retorno.