Novas covas são abertas por máquinas no cemitério da Vila Formosa na Zona Leste de São Paulo - ANTONIO MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Novas covas são abertas por máquinas no cemitério da Vila Formosa na Zona Leste de São PauloANTONIO MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Por ESTADÃO CONTEÚDO
São Paulo - O Estado de São Paulo trabalha com um índice mínimo de isolamento de 55% para que os casos do novo coronavírus não comprometam o sistema de saúde. Na entrevista coletiva concedida no Palácio dos Bandeirantes, onde foi anunciada a prorrogação da quarentena no Estado até o dia 31 de maio, o presidente do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, coordenador interino do Centro de Contingência, durante a licença do infectologista David Uip, disse que São Paulo pode atingir até 11 mil mortos no dia 31 de maio, hoje tem 3.416.

E o número de casos pode chegar a 100 mil, ante 41.830 óbitos atualmente, desde que mantidos o nível de isolamento de 55%.

O governo de São Paulo irá apenas permitir o relaxamento da quarentena quando houver redução sustentada dos casos e a ocupação dos leitos de UTI estiver inferir a 60%.
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O Estado de São Paulo trabalha com um índice mínimo de isolamento de 55% para que os casos do novo coronavírus não comprometam o sistema de saúde. Na entrevista coletiva concedida no Palácio dos Bandeirantes, onde foi anunciada a prorrogação da quarentena no Estado até o dia 31 de maio, o presidente do Instituto Butantan, Dimas Tadeu Covas, coordenador interino do Centro de Contingência, durante a licença do infectologista David Uip, disse que São Paulo pode atingir até 11 mil mortos no dia 31 de maio, hoje tem 3.416.

E o número de casos pode chegar a 100 mil, ante 41.830 óbitos atualmente, desde que mantidos o nível de isolamento de 55%.

O governo de São Paulo irá apenas permitir o relaxamento da quarentena quando houver redução sustentada dos casos e a ocupação dos leitos de UTI estiver inferir a 60%.