Comenda da Ordem do Mérito Bombeiro Militar do Distrito Federal Imperador Dom Pedro II foi entregue em solenidade no auditório José Nilton, na sede da corporação, em Brasília - Divulgação
Comenda da Ordem do Mérito Bombeiro Militar do Distrito Federal Imperador Dom Pedro II foi entregue em solenidade no auditório José Nilton, na sede da corporação, em BrasíliaDivulgação
Por Agência Brasil
Rio - O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse nesta quinta-feira que pretende conceder à iniciativa privada, por pelo menos 15 anos, alguns dos principais parques nacionais. Segundo ele, há propostas para que essas concessões cheguem a 30 anos, caso sejam prorrogadas.
Na avaliação do ministro, o setor privado “tem sempre mais agilidade para administrar” por estar sujeito a regras jurídicas diferentes que possibilitam mais recursos para investir.
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“Além de saber responder ao que a sociedade quer, respondendo imediatamente a demandas como as de locais de alimentação, abertura de novas trilhas e contratação de guias”, acrescentou Salles, durante visita ao Parque Nacional de Brasília – ao qual foram destinados R$ 2,5 milhões para obras de reestruturação.
Segundo Salles, as concessões ajudarão a aumentar as visitações aos parques nacionais. “Queremos atrair o setor privado para ajudar a operar os parques através da concessão. Estamos prevendo concessões por 15 anos, mas há propostas para 20, para que possam eventualmente ser prorrogadas para 30 anos. Não só para este [Parque Nacional de Brasília] como para outros parques nacionais”, ressaltou.
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De acordo com o ministro, o novo modelo de concessões aumentará, já a partir deste ano, a quantidade de investimentos e melhorará tanto a oferta de serviços como a infraestrutura.
“Começou a partir de parques do Rio Grande do Sul, com o parque nacional Aparatos da Serra, que está em posição mais avançada; o de São Francisco de Paula e o de Canela. Também incluímos o Parque Nacional de Brasília; o de São Joaquim, na Serra catarinense; Lençóis Maranhenses; Jericoacoara [CE] e a Chapada dos Guimarães [MT]. São as unidades que entendemos ter grande potencial turístico, mas que estão subutilizados”, finalizou.