Portaria também define o calendário de pagamentos para pessoas que entraram com pedido de contestação no site da Dataprev até 23 de novembro e, após reanálise, foram consideradas elegíveis - Marcelo Camargo/Agência Brasil
Portaria também define o calendário de pagamentos para pessoas que entraram com pedido de contestação no site da Dataprev até 23 de novembro e, após reanálise, foram consideradas elegíveisMarcelo Camargo/Agência Brasil
Por ESTADÃO CONTEÚDO
Brasília - O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou nesta segunda-feira, que o Ministério da Cidadania autorizou o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 por mês para mais 1,150 milhão pessoas. Com isso, o número de beneficiários do programa chegou a 66,2 milhões.
Segundo Guimarães, o governo habilitou o cadastro de 805 mil pessoas que ainda não haviam recebido nenhuma parcela do auxílio emergencial. Outras 345 mil que chegaram a receber os dois primeiros pagamentos foram revalidadas pelo Ministério e passarão a receber as três parcelas seguintes.
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Os novos habilitados que nasceram entre janeiro e maio receberão o crédito na conta digital da Caixa já na próxima quarta-feira. Os nascidos nos demais meses seguirão o cronograma de pagamentos que já vinha sendo usado pelo banco, com os depósitos até o dia 26 de agosto.
Os recursos depositados nas contas digitais podem ser usados para pagamentos e transferências, por meio do aplicativo Caixa Tem. Já os saques em dinheiro do auxílio seguem outro cronograma do banco - até 17 de setembro -, para evitar aglomerações. "Não há necessidade de chegar cedo às agências, antes da abertura. O pagamento está sendo feito com tranquilidade de todos os beneficiários", afirmou Guimarães.
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A inclusão de 1,150 milhão de cadastros habilitados para receberem o auxílio emergencial foi publicada hoje no Diário Oficial da União. "Seguimos firmes na determinação do presidente Jair Bolsonaro de não deixar ninguém para trás. Atuamos com transparência e estamos fazendo o benefício chegar a quem realmente necessita. Em poucos meses, o Governo Federal foi capaz de retirar o maior contingente de pessoas da extrema pobreza da história recente do Brasil", afirmou, em nota, o Ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.