Mario Frias - divulgação
Mario Friasdivulgação
Por iG
São Paulo - Uma publicação feita na conta do secretário especial de Cultura Mário Frias deixou usuários do twitter confusos na manhã deste domingo (5), dia em que o ataque ao presidente Jair Bolsonaro em Juiz de Fora completa dois anos.

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Após postagem, internautas desconfiam que administrador do perfil de Mário Frias e Bolsonaro é o mesmo Reprodução
Secom critica Marcelo Adnet em conta oficial no Twitter Reprodução
Adnet satiriza campanha do governo estrelada pelo ator e secretário de Cultura, Mário Frias Reprodução
Mario Frias divulgação
Mario Frias faltou a audiência Reprodução de vídeo
Daniela Lima e Reinaldo Gottino ironizaram a entrevista de Mário Frias Reprodução
Mario Frias no palco do 'A Melhor Viagem' Divulgação/RedeTV!
Nivea Stelmann e Mario Frias Reprodução da internet
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No post, que podia ser visualizado nas redes sociais uma hora após a publicação, Frias agradece a Deus “pela minha vida” e cita os médicos que atenderam Jair Bolsonaro após a facada na cidade mineira. Há ainda um vídeo em câmera lenta do então candidato sendo esfaqueado.

A postagem foi excluída por volta das 10h15 e substituída por uma com o mesmo texto dando os créditos para o presidente no final. Em seguida, a conta compartilhou outra publicação questionando “quem mandou matar Jair Bolsonaro?”.

"Amigos, vocês entenderam alguma coisa desse twitter? Ele está agradecendo pela vida dele ou do Bolsonaro?", perguntou um dos internautas. Em outros comentários, o filho do presidente, vereador Carlos Bolsonaro, era apontado como responsável pelo erro. “O Carlos também cuida da conta do Frias e esqueceu de mudar”, disse outro.

Além de publicar em primeira pessoa, a publicação ocorre nove horas depois de Frias ter postado, em terceira pessoa, outra imagem sobre o atentado contra Bolsonaro. "Que Deus continue lhe abençoando", afirmou o secretário na primeira publicação.

Ao longo do fim de semana, Frias se envolveu em polêmicas envolvendo as redes sociais. Primeiro, ele chamou o comediante Marcelo Adnet, que fez uma imitação dele em vídeo, de “bobão”, e depois disse para o deputado Flávio Serafini, do PSOL, que tivesse “cuidado com a PF”.