Ministro do Turismo, Marcelo Antônio disse que números indicam que as ações tomadas "ajudaram a reduzir o impacto da pandemia no setor" - Valter Campanato/Agência Brasil
Ministro do Turismo, Marcelo Antônio disse que números indicam que as ações tomadas "ajudaram a reduzir o impacto da pandemia no setor"Valter Campanato/Agência Brasil
Por O Dia
Pelo quarto mês consecutivo, o setor de Turismo vem registrando alta na movimentação econômica, mesmo em plena pandemia da covid-19. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o índice de atividades turísticas cresceu 19,3% em agosto, em relação ao mês anterior (julho).
O Ministério do Turismo divulgou nota na noite desta quinta-feira apontando alguns destaques do levantamento do IBGE, como os serviços de alojamento e alimentação que apresentaram alta de 37,9% e o de transporte aéreo, com crescimento de 14,6% no período. 
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Ainda de acordo com o instituto, entre maio e agosto, o setor já acumulou um ganho de 63,4%.
Ministro: ações reduziram impacto da pandemia
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Para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, os números indicam que as ações tomadas pelo governo federal, por meio do Ministério do Turismo, "ajudaram a reduzir o impacto da pandemia de Covid-19 no setor".
"Trabalhamos pela manutenção de empregos, acesso a crédito, aprimoramento da relação entre o consumidor e as empresas turísticas e, neste momento de retomada, pela garantia de segurança sanitária para os turistas. Estas ações foram essenciais para garantir o retorno responsável do setor. Vamos juntos colocar o turismo de volta aos trilhos", declarou. 

Entre os estados avaliados, Ceará (85,4%), Bahia (48,4%) e Goiás (47,1%) foram os que apresentaram as maiores taxas de crescimento para o período.

Realizada pelo IBGE, a Pesquisa Mensal de Serviços produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país. O levantamento traz a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.