De acordo com Antônio Barra Torres, "não seria razoável pedir que o presidente sancionasse a medida provisória que anula o nosso trabalho" - Leopoldo Silva/Agência Senado
De acordo com Antônio Barra Torres, "não seria razoável pedir que o presidente sancionasse a medida provisória que anula o nosso trabalho"Leopoldo Silva/Agência Senado
Por O Dia
São Paulo - O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, rebateu o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O político anunciou, nesta segunda-feira (7), a data de início para a vacinação contra a covid-19 em no estado, prevista para iniciar no dia 25 de janeiro. 
"Nenhuma das quatro [vacinas em desenvolvimento no Brasil] deu entrada em documentos de registro, por isso não temos sequer os protocolos para serem analisados. Antes de verificarmos estes protocolos de registro, precisamos acessar os documentos dos estudos clínicos referentes à fase 3 dos testes. No entanto, estes estudos ainda não se encerraram. Para efetuarmos o registro de vacina contra o coronavírus, demandamos no mínimo 60 dias para analisarmos os documentos", disse Barra Torres durante entrevista à rádio Jovem Pan, sem citar Doria nominalmente. 
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"Apesar da previsão, não vou criar expectativa na população que já está tão sofrida com a pandemia com as notícias conflitantes. É terrível criar uma expectativa que pode não se concretizar. Preciso deixar claro que o processo de aprovação e registro dos imunizantes são dinâmicos, ou seja, podem ocorrer interferências e problemas capazes de mudar todo o calendário. Poderemos ter a grata alegria de, logo na virada do ano, termos uma possibilidade concreta de distribuição da vacina ouBox="0 0 492.004 492.004" style="enable-background:new 0 0 492.004 492.004;" xml:space="preserve">