A distribuição e a aplicação das vacinas estão sendo controladas através de protocolos direcionados pelo Ministério da Saúde - reprodução do instagram
A distribuição e a aplicação das vacinas estão sendo controladas através de protocolos direcionados pelo Ministério da Saúdereprodução do instagram
Por O Dia
Investigado por ter sido incluído de “forma indevida” na lista de vacinação contra a covid-19, um assessor técnico da Casa Civil do Estado do Amazonas foi exonerado de seu cargo nesta segunda-feira (25). A diretora do Hospital e Pronto-Socorro da Criança também foi exonerada porque teria incluído o nome do homem, que não pertence ao grupo de risco, entre os que seriam imunizados neste primeiro momento. As informações são do portal “G1”.
Segundo o governo do estado, ele não deveria ter sido vacinado. O nome de Gerberson Oliveira Lima consta na listagem divulgada pela Prefeitura de Manaus, divulgada após ordem judicial. Ele foi vacinado no dia 20 de janeiro na Clínica da Família Severiano Nunes, classificado para o grupo prioritário de “trabalhadores da saúde”. No Portal da Transparência do Amazonas, porém, seu nome aparece como assessor técnico comissionado.
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A diretora Hospital e Pronto-Socorro da Criança da Zona Leste, Michele Adriane Pimentel Afonso, foi quem incluiu o nome de Lima entre os que deveriam receber o imunizante, segundo a Secretaria da Saúde (SES-AM). Ela é concursada e deve responder a um Processo Administrativo Disciplinar.
A vacinação no estado já havia sido suspensa na última quinta-feira (18), após denúncias de irregularidades na fila para receber o imunizante contra a covid-19. Profissionais de saúde fora do grupo prioritário estavam sendo vacinados de forma irregular, o que motivou a suspensão. No último sábado (23), segundo a Prefeitura de Manaus, a aplicação das doses já havia sido normalizada.
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O Ministério Público e o Tribunal de Contas são os responsáveis por investigar as irregularidades na fila de vacinação. O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) notificou, nesta segunda, a Prefeitura de Manaus para que a lista de prioritários para serem vacinados seja corrigida com urgência. O órgão afirma que há divergências em nomes e CPFs.