Governador do Rio, Cláudio Castro é um dos que aderiram ao 'pacto nacional' e estará na reunião com os governadores, representantes da Fiocruz e com o ministro Pazuello
Governador do Rio, Cláudio Castro é um dos que aderiram ao 'pacto nacional' e estará na reunião com os governadores, representantes da Fiocruz e com o ministro PazuelloEstefan Radovicz / Agencia O Dia
Por O Dia
Com o avanço no número e na média móvel de casos e mortes pela covid-19 nos últimos dias, governadores de 22 estados e do Distrito Federal já se unem para organizar ações restritivas e tentar, em conjunto, frear o avanço do coronavírus no Brasil. Nesta segunda-feira (8), o grupo se reúne com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e com representantes da Fiocruz para debater os próximos passos no enfrentamento da pandemia. 
A vacinação também estará em pauta: até o momento, apenas 3,88% da população foi vacinada e a campanha passou por interrupções em diversas cidades do Brasil. No domingo, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, já havia cobrado o Ministério da Saúde em seu Twitter, pedindo que não haja lentidão na distribuição de doses. “Qualquer atraso significa vidas que podem ser perdidas”, escreveu.
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O governador do Rio, Claudio Castro, foi um dos que aderiram ao ‘pacto nacional’, que também conta com o chefe do Executivo no estado de São Paulo, João Doria, o governador do Maranhão, Flávio Dino, Wilson Lima, do Amazonas, Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul e Ronaldo Caiado, de Goiás, por exemplo. (Confira a lista completa ao fim da matéria).
Segundo informações do portal 'G1', até a noite de domingo, somente cinco governadores não haviam aderido ao acordo: Gladson Cameli, do Acre; Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul; Coronel Marcos Rocha, de Rondônia; Antonio Denarium, de Roraima; e Mauro Carlesse, de Tocantins.
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Em entrevista à GloboNews, o governador do Piauí, Wellington Dias, contou que a ideia da união entre os governantes é de coordenar uma ação conjunta, até o próximo domingo (14), para que a transmissibilidade seja “cortada nacionalmente”. Ele afirmou também que o “objetivo é chegar em abril vacinando 50 milhões, que é esse grupo de maior risco – mais de 60 anos, com comorbidades, indígenas, saúde, idosos em asilo etc –, porque ele responde por 70% das internações e 70% dos óbitos”.
Outra das intenções deste grupo é pedir prioridade no recebimento de vacinas dos laboratórios, dada a situação do Brasil, com diversos estados caminhando para o colapso em seus sistemas de Saúde. Confira todos os governadores que, até a noite de domingo, haviam aderido ao pacto:
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Governador do Alagoas, Renan Filho (MDB);
Governador do Amapá, Waldez Góes (PDT);
Governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC);
Governador da Bahia, Rui Costa (PT);
Governador do Ceará, Camilo Santana (PT);
Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB);
Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB);
Governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM);
Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB);
Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM);
Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo);
Governador do Pará, Helder Barbalho (MDB);
Governador da Paraíba, João Azevedo (PSB);
Governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD);
Governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB);
Governador do Piauí, Wellington Dias (PT);
Governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PSC);
Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT);
Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB);
Governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL)
Governador de São Paulo, João Doria (PSDB);
Governador de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD).