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Instituto Adolfo Lutz confirma dois casos da variante ômicron em São Paulo

Análise foi feita após sequenciamento genético no laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein, com qualidade já avaliada e atestada pelo governo de São Paulo

OMS disse que a variante identificada pela primeira vez na África do Sul é 'preocupante'Reprodução
Publicado 30/11/2021 19:12
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou nesta terça-feira, 30, os dois primeiros casos da nova variante Ômicron do novo coronavírus no Brasil. A confirmação foi feita após sequenciamento genético no laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein, com qualidade já avaliada e atestada pelo Instituto Adolfo Lutz do governo de São Paulo. 
Os dois casos de Ômicron (B.1.1.529) são de homem de 41 anos e uma mulher de 37, provenientes da África do Sul. Ambos tiveram resultado positivo em exames de PCR coletado no laboratório do Einstein instalado no Aeroporto Internacional de Guarulhos antes de viagem à África do Sul.

O exame inicial (PCR) foi feito no dia 25 e os dois apresentavam sintomas leves na ocasião. Diante do diagnóstico positivo, o casal foi orientado a permanecer em isolamento domiciliar. Ambos estão sob monitoramento das Vigilâncias estadual e municipal de São Paulo, juntamente com seus respectivos familiares.

O governo de SP afirmou que está em andamento no Instituto Adolfo Lutz o sequenciamento genético referente ao caso comunicado à Vigilância estadual no domingo (28). O passageiro com origem da Etiópia não apresentava sintomas e, por ter visitado a África do Sul, buscou a testagem no aeroporto de Guarulhos. Ele reside na cidade homônima, onde segue em isolamento desde o desembarque e é monitorado pela Vigilância do município.

O Estado de SP lembrou que a responsabilidade no monitoramento nos aeroportos é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, até o momento, o governo federal não exige comprovante de vacinação contra covid-19 de viajantes estrangeiros para entrada no país.
 
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Análise foi feita após sequenciamento genético no laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein, com qualidade já avaliada e atestada pelo governo de São Paulo

OMS disse que a variante identificada pela primeira vez na África do Sul é 'preocupante'Reprodução
Publicado 30/11/2021 19:12
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou nesta terça-feira, 30, os dois primeiros casos da nova variante Ômicron do novo coronavírus no Brasil. A confirmação foi feita após sequenciamento genético no laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein, com qualidade já avaliada e atestada pelo Instituto Adolfo Lutz do governo de São Paulo. 
Os dois casos de Ômicron (B.1.1.529) são de homem de 41 anos e uma mulher de 37, provenientes da África do Sul. Ambos tiveram resultado positivo em exames de PCR coletado no laboratório do Einstein instalado no Aeroporto Internacional de Guarulhos antes de viagem à África do Sul.

O exame inicial (PCR) foi feito no dia 25 e os dois apresentavam sintomas leves na ocasião. Diante do diagnóstico positivo, o casal foi orientado a permanecer em isolamento domiciliar. Ambos estão sob monitoramento das Vigilâncias estadual e municipal de São Paulo, juntamente com seus respectivos familiares.

O governo de SP afirmou que está em andamento no Instituto Adolfo Lutz o sequenciamento genético referente ao caso comunicado à Vigilância estadual no domingo (28). O passageiro com origem da Etiópia não apresentava sintomas e, por ter visitado a África do Sul, buscou a testagem no aeroporto de Guarulhos. Ele reside na cidade homônima, onde segue em isolamento desde o desembarque e é monitorado pela Vigilância do município.

O Estado de SP lembrou que a responsabilidade no monitoramento nos aeroportos é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, até o momento, o governo federal não exige comprovante de vacinação contra covid-19 de viajantes estrangeiros para entrada no país.
 
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