O Heliporto do Farol é usado desde 1994 pela Petrobras para embarque de funcionários com destino às plataformas marítimas da Bacia de Campos - Reprodução
O Heliporto do Farol é usado desde 1994 pela Petrobras para embarque de funcionários com destino às plataformas marítimas da Bacia de CamposReprodução
Por O Dia
Campos — Pendência que se arrasta desde 2014, a regularização do uso do Heliporto do Farol pela Petrobras deve ter um momento decisivo no mês que vem. O prefeito Rafael Diniz vai se reunir com representantes da empresa, no dia 2, para discutir novos passos que permitam a continuidade do uso da área, de forma regular.
A Petrobras utiliza o heliporto do litoral campista desde 1994, com Termo de Compromisso de Ocupação e Permissão de Uso de 20 anos. Prazo que expirou há seis anos. Durante este período, a empresa ocupa a área sem nenhum ônus. A Petrobras manifestou, através de ofício, desejo de regularizar a situação. As tratativas começaram no início de 2018.
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“Luto para garantir a operação da Petrobras no Farol de São Thomé. Esse tem sido o foco desde o início de nossa gestão: trazer benefícios para nossa população”, diz Diniz, que aponta os benefícios da atividade no heliporto para o comércio da pequena comunidade litorânea.
Em junho passado, a prefigura lançou um PMI (Procedimento de Manifestação de Interesse), para estudar formas e valores de uma futura concessão da infraestrutura, utilizada pela Petrobras para o embarque de funcionários com destino às plataformas marítimas da Bacia de Campos. Em janeiro, Diniz participou de reunião com representantes da comunidade do Farol, para ouvir demandas. Mês passado, o prefeito esteve no gabinete do ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, em Brasília.
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“A prefeitura luta pelas contrapartidas que a Petrobras pode oferecer à comunidade, para que ela empregue os moradores, realize ações na localidade. Enfim, para que sua presença se reverta em benefícios diretos e indiretos à população”, comenta Thiago Dias, secretário executivo do Comitê Gestor de Parceria Público Privada.