Campos fecha as portas para tentar conter avanço do coronavírus

Mesmo sem casos confirmados, município acompanha rumo do resto do país e do mundo e prefeito decreta o fechamento do comércio, com exceção de farmácias e mercados em geral

Por O Dia

Restaurantes e bares estão obrigados a fechar as portas, funcionando apenas no sistema de delivery
Restaurantes e bares estão obrigados a fechar as portas, funcionando apenas no sistema de delivery -
Campos — A partir de segunda, Campos entra oficialmente em estado de emergência em saúde. No rumo de cidades, estados e países ao redor do mundo, na tentativa de conter o avanço do novo coronavírus, o prefeito de Campos, Rafael Diniz, baixa decreto que determina o fechamento de todo o comércio campista, pelo menos até o dia 5 de abril. A medida inclui bares, restaurantes, boates, e estabelecimentos semelhantes.
A decisão impede o atendimento presencial e a abertura das lojas, mas permite o funcionamento interno e transações por meio de aplicativo, internet e telefone, o que inclui os serviços de entrega e delivery.
Casas de festas, locais para eventos ou recepções também tem de fechar. As empresas de construção civil devem operar com a capacidade mínima necessária.
Ficam de fora do decreto farmácias, supermercados e semelhantes, feiras livres, açougues, peixarias, hortifrutis, quitandas, lojas de conveniência, distribuidoras de gás, padarias, postos de gasolina, lojas de ração para animais. Bares e restaurantes de hotéis poderão funcionar apenas para atendimento aos hóspedes e funcionários.
O transporte público também vai passar por reformulação durante o período de quarentena. As frotas de ônibus serão adequadas às necessidades e as rotas alteradas, dando prioridade para as linhas que atendem hospitais e postos de saúde. Também estão suspensas as gratuidades dos estudantes, enquanto perdurar a suspensão das aulas.
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