Exame descarta contágio de jovem de 19 anos, mas três idosos entram na lista de suspeitas

Cidade tem apenas um positivo confirmado; Procon notifica supermercados por aumento abusivo de preços

Por O Dia

Fiscais do Procon de Campos notificaram seis lojas de várias redes de supermercado por aumento abusivo de preços
Fiscais do Procon de Campos notificaram seis lojas de várias redes de supermercado por aumento abusivo de preços -
Campos — O resultado do exame de uma paciente de 19 anos, suspeita de ter coronavírus, deu negativo. Por outro lado, mais três novos casos entraram na lista de suspeitas em Campos, elevando o total para 16, cinco deles internados em estado grave. Um homem de 37 anos, que viajou a São Paulo, continua a ser o único positivo para o covid-19 na cidade. Ele está em isolamento domiciliar.
A prefeitura publicou no Diário Oficial chamamento público emergencial para a compra de mil kits de teste para o novo coronavírus. O kit deve ser aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e de entrega imediata. Os testes rápidos vão reforçar os kits já enviados ao município pelos governos estadual e federal. A entrega das propostas deve ser feita até às 23h59 desta quarta.
Na semana passada, o mesmo dispositivo foi utilizado para a aquisição de equipamentos de UTIs adulta e pediátrica de alta complexidade, como ventiladores pulmonares, monitores multiparamétricos, bombas infusoras.
Procon em ação — Um dos setores da administração municipal que continua em pleno funcionamento é o Procon. Agentes circulam a cidade fiscalizando a obediência a normas de controle e prevenção contra o coronavírus, e combatem prática abusiva de aumento de preços.
Na segunda, seis lojas de diferentes redes de supermercados foram notificadas por preços acima do normal, e têm de apresentar as notas de aquisição de 14 produtos. A ação ocorreu depois de denúncias de consumidores.
"Estamos em contato com o Ministério Público Estadual para garantir que o consumidor não seja afetado por uma alta nos preços", disse Douglas Leonard, superintendente do Procon Campos. "Encaminhamos ofício aos supermercados e vamos comparar os preços a partir das notas fiscais. O que será encaminhado ao Ministério da Justiça, para cruzamento com dados dos fabricantes, e à Polícia Civil, caso esteja configurado algum delito".
Os itens mais reclamados pelos consumidores com relação à alta de preço são: alho, cebola, tomate, batata inglesa, cenoura, arroz, feijão, ovo, óleo de soja, papel higiênico, álcool 70% (gel ou líquido), sabão, detergente e água sanitária.

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