Alegria no Ar
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Com Fernando Mansur

Fenando Mansur: Somos iguais

Em nossa rede de conectividade, o que um ser humano faz afeta o outro

Por O Dia

Vamos refletir? Um europeu e um indígena são semelhantes? Um asiático e um norte-americano são iguais? E um norte-americano e um congolês? Que igualdade existe entre esses povos?
O que entendemos por igualdade? Essas pessoas diferentes são iguais em quê? E um aborígene australiano e um brasileiro, em que são parecidos?
O que são diferenças? O que é unidade e o que é diversidade? E o que é o universo?
Cada ser parece ocupar um lugar no mundo, com algum objetivo. Assim como toda coisa, animal, planta e pedra.
Um topázio é igual a um diamante? O ouro é igual ao seixo dos rios? E o joio e o trigo?
Usando de uma metáfora, podemos dizer que cada ser traz em si uma pedra preciosa, porém bruta, com um certo grau de lapidação e de vibração. E quem vai polir essa pedra? Qual a diferença entre um ourives e um cirurgião?
A natureza é pródiga em diversidade. A única igualdade parece estar na vida que nos alimenta. Tira-se a vida e tudo vira pó, com possibilidade de renascer, de novo, num novo corpo, diferente do primeiro, mas com alguma coisa em comum.
Somos unos, isso sim. O que um faz, afeta o outro, nessa imensa rede de conectividade.
Viva as diferenças e o respeito a elas! Mas, até agora, o mundo continua confundindo diferença com separatividade. E você?
Fernando Mansur é radialista, escritor e professor jornalista
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