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Deputados do PSL evitam se expor em apoio a Flávio Bolsonaro

Afastamento ocorre após crise provocada por movimentações financeiras atípicas; Alana Passos critica colegas de partido

Por CÁSSIO BRUNO

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Deputados estaduais e federais do PSL do Rio têm evitado se expor em defesa do senador eleito Flávio Bolsonaro. O discreto afastamento de parte dos parlamentares do filho mais velho do presidente provoca uma crise interna no partido. Nas redes sociais, por exemplo, são poucos os que demonstram apoio a Flávio após o escândalo envolvendo as movimentações financeiras atípicas dele e do ex-assessor Fabrício Queiroz.

Revoltada com a omissão de colegas do PSL, a deputada estadual Alana Passos publicou nesta terça-feira uma foto ao lado de Flávio no Facebook e escreveu: "Amigo de verdade não tem medo de se expor".

Dois cargos?

Nomeado para a diretoria executiva da Câmara Metropolitana, do governo do estado, no último dia 4, Paulo Protásio foi exonerado 13 dias depois. É que ele... já ocupa a presidência da agência Fomenta Rio, da prefeitura!

Faltou o plano

O governador Wilson Witzel (PSC) fez exames no Pedro Ernesto. Mas não cumprirá a outra parte da promessa: cancelar o plano de saúde. "É complicado porque os outros estados não vão me oferecer a mesma condição", despistou em dezembro.

Aliás...

Os eleitores aguardam Witzel matricular o filho mais velho na rede pública de ensino, conforme prometeu em 11 de outubro num evento da Firjan.

Minha casa, minha vida

Hoje, Wilson Witzel tem alternado a moradia da família entre um imóvel, no Grajaú, e o Palácio Laranjeiras. O governador disse também que não usaria a residência oficial.

Sindicância

A Prefeitura do Rio instaurou nesta segunda-feira uma sindicância para investigar irregularidades no contrato com a Lamsa, concessionária que administra a Linha Amarela.

Prazo

A sindicância terá dez dias para ser concluída.

Novo presidente

Após dias de confusão e trocas de acusações, enfim, a Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu elegeu nesta terça-feira à noite um presidente: Felipinho Ravis (PSC), apoiado pelo prefeito Rogério Lisboa (PR).

Mas...

Alexandre da Padaria (PR), líder do governo Rogério Lisboa na Câmara, também queria ser presidente. Só que...foi preterido pelo prefeito.

A consequência

A base de Rogério Lisboa se revoltou por ele ter interferido no processo de escolha do novo comandante da Câmara.

E o orçamento?

Com o impasse, a Câmara, acredite, até hoje não votou o orçamento do município para 2019, que deverá ser de aproximadamente R$ 1,5 bilhão.

Enquanto isso

Preso por ligação com o tráfico de drogas e condenado por porte ilegal de arma de fogo, o prefeito de Japeri, Carlos Moraes (PP), teve parecer contrário às suas contas do exercício de 2017 pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

Segue...

Segundo o TCE-RJ, Carlos Moraes cometeu irregularidades na gestão previdenciária dos servidores e cancelou restos a pagar de R$ 95 mil a fornecedores.

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