A cisão do PSL, com a criação do partido Aliança pelo Brasil, está exaltando os ânimos de alguns parlamentares. Hoje, começa a coleta de assinaturas para o nascimento da nova legenda. Mas o PSL continua sendo a maior bancada da Alerj. A Casa, aliás, ficou pequena para a crise do partido. Dizem as más línguas do Palácio Tiradentes que os que ficaram fora da nova sigla pressionaram os colegas da ala bolsonarista a assinar documento autorizando troca da liderança do partido na Alerj. A movimentação aconteceu anteontem quando Alexandre Knoploch levou o advogado Antônio de Rueda, vice-presidente nacional do PSL, como reforço para pressionar os colegas. Mas não colou. O deputado Dr. Serginho foi mantido na liderança, por 8 votos a 4.
PLACAR REVELADOR
Entre os confirmados no Aliança, o comentário é que os quatro excluídos estão desesperados. Procurado, o deputado Dr. Serginho diz que "essa ânsia para mudar a liderança deixa claro quem são os que estão ou não lado da família Bolsonaro". Do outro lado, Knoploch se defende: "Se o Sérgio diz que é Aliança, o que ainda faz na liderança do PSL?". Uma fonte da coluna fala em oportunismo político do grupo de Knoploch: "Quiseram ficar em cima do muro, circulando com o governador, sem abrir mão de cargos no governo. Foram avisados que deviam escolher um lado. Agora já era".
AMORIM ESTÁ FORA
Diante do episódio, que pretendia alçar Rodrigo Amorim a líder do PSL na Alerj, uma fonte da coluna revela que Flavio Bolsonaro bateu o martelo. O Zero Um teria decidido que Amorim não os acompanhará. Procurado, o estadual negou participação na reunião. Diz que conversará com Flavio na próxima semana.
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