Raphael Cataldo Siston, advogado especialista em leilões - divulgação
Raphael Cataldo Siston, advogado especialista em leilõesdivulgação
Por ADRIANA CRUZ

Rio - Arrematar imóveis em leilões judiciais ou extrajudiciais pode ser um grande negócio. E mais: seguro. O valor da transação pode ser muito mais barato do que a compra no mercado imobiliário. Os leilões judiciais são determinados pelo juiz, enquanto os extrajudiciais, em regra, são realizados por bancos e incorporadoras quando os compradores deixam de pagar o financiamento. As quantias arrematadas nos dois modelos quitam as dívidas com os credores.

Com a palavra - Raphael Cataldo Siston, especialista em leilões imobiliários

Quais as vantagens de investir em leilões?

Você pode comprar um apartamento pela metade do preço de mercado, por exemplo. É um investimento de alta rentabilidade e baixo risco.

Que tipo de cuidados o consumidor tem que ficar atento?

É preciso ter um especialista em leilões de imóveis para garantir a segurança da operação através de exaustiva análise prévia do processo ou procedimento que levou o imóvel a leilão.

Quais são embaraços mais comuns?

No judicial, é preciso observar se houve nulidade durante o processo para impedir que ao final a arrematação seja anulada.

E com relação ao extrajudicial?

Geralmente, terá alguém morando e quem arrematar irá à Justiça para ganhar a posse. E atenção: quando o credor for hipotecário, se não for intimado cinco dias antes do leilão, quem comprar pagará a dívida. Mas essa regra só vale para leilão judicial.

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