Caso em análise é de um bancário que viu seus familiares ficarem em cárcere privado por 14 horas - Divulgação / CNJ
Caso em análise é de um bancário que viu seus familiares ficarem em cárcere privado por 14 horasDivulgação / CNJ
Por ADRIANA CRUZ

A Justiça do Trabalho é a responsável por julgar o pedido de indenização por danos morais e materiais de familiares de empregados de banco que ficaram mantidos em cárcere privado. Foi o que decidiu os desembargadores da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1).

A decisão do TRT-1 jogou por terra sentença de juíza do primeiro grau. Ela entendeu que não houve dano ricochete aquele que atinge a família por tabela. O caso em análise é de um bancário que viu seus familiares ficarem em cativeiro 14 horas. Eles só foram libertados quando o funcionário do banco entregou R$ 248 mil. Apesar de tudo, a juíza do trabalho avaliou que não tinha que julgar. Mas, para os desembargadores, têm sim. Ponto final!

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