Vista aérea do condomínio de lotes, da Start, que será lançado no Recreio dos Bandeirantes. Terrenos a partir de R$ 360 mil com financiamento direto com a construtoraDivulgação
Por Cristiane Campos
Publicado 26/06/2020 23:28
A compra de terrenos para a construção de casas que serão colocadas à venda tem se mostrado um bom caminho para pequenos construtores. A Fernandes Araujo, por exemplo, registrou de janeiro até maio alta de 85% na venda de terrenos para este público na comparação com o mesmo período de 2019. “Esse movimento vem acontecendo desde o final das Olimpíadas de 2016, pois muitos arquitetos e engenheiros que perderam seus empregos após os jogos, encontraram uma forma de voltar ao mercado investindo em terreno para a construção de casas para vender”, observa Flavia Katz, gerente de Marketing da empresa.

Segundo Flavia, os lotes legalizados da empresa ficam em Campo Grande e têm preços a partir de R$ 70 mil. “O financiamento é direto conosco em até 120 meses, e com entrada a partir de 15%”, conta. Para a executiva, investir em terrenos pode ser uma boa opção para quem tem dinheiro guardado e está em busca de uma alternativa para investir no mercado imobiliário. “Podemos identificar dois perfis de pessoas que investem em terrenos: a da pessoa que compra para construir a própria casa (cliente final), dentro da sua capacidade financeira, ou o perfil dos pequenos construtores que adquirem o terreno para transformá-lo em um produto, ou seja, numa casa que será colocada à venda. Na Fernandes Araujo, os pequenos construtores são os que mais compram nossos terrenos”, diz Flávia.
Isolamento social impulsiona projetos no Recreio dos Bandeirantes e na Região Serrana
Casa construída no condomínio Terras Altas, da Concal, em Pedro do Rio, na Região Serrana. O imóvel acaba de ser vendido por R$ 1,8 milhãoDivulgação
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Segmento econômico puxou compra na pandemia
Alphaville inaugura loja de conveniência 100% automatizada
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A Alphaville Urbanismo, loteadora de empreendimentos horizontais no país, acaba de inaugurar uma loja de conveniência 100% automatizada e sem funcionários, chamada Alpha Market, dentro do residencial Alphaville Dom Pedro 3, em São Paulo. A iniciativa faz parte da parceria com a Onii, empresa que oferece lojas autosserviço para condomínios e empresas. O modelo de negócio permite que os moradores comprem os produtos que precisam dentro do próprio residencial, sem precisar da ajuda de vendedores ou atendentes. A proposta é oferecer uma loja completa, com cerca de 600 produtos, tanto os de alto consumo como alimentos, bebidas, snacks, como itens de higiene, limpeza e laticínios.

A implementação, que já era pensada antes da pandemia com o intuito de oferecer comodidade aos moradores, foi antecipada para incentivar o cumprimento das medidas de distanciamento social. Segundo Ricardo Castello Branco, diretor Comercial da Alphaville Urbanismo, neste período em que se deve evitar ao máximo sair de casa, oferecer soluções práticas e seguras aos clientes têm sido prioridade. Outros residenciais da companhia já estudam adotar o modelo de loja de autosserviço, que veio para ficar.