- Antonio Cruz/Agência Brasil
Antonio Cruz/Agência Brasil
Por PALOMA SAVEDRA
A proposta de Orçamento para o próximo ano, apresentada ontem pelo governo de Jair Bolsonaro, cumpre o que o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem falando, e não prevê concursos públicos. O congelamento de vagas deixadas por servidores que se aposentarem está confirmado no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021, exceto para alguns cargos.
Segundo o secretário de Orçamento Federal, George Soares, serão permitidas reposições de cargos vagos somente para determinadas carreiras, como de professores, militares das Forças Armadas, além de policiais e bombeiros do Distrito Federal.
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Desde o início de sua gestão, Guedes defende o congelamento de concursos, e sugere que os postos de trabalho sejam substituídos por digitalização.
Ontem, ao explicar esse trecho da PLOA, George Soares afirmou que não as vagas não devem ser repostas por terceirizações. “Há uma projeção de terceirizados, mas nada fora dos padrões”.

Carreiras estratégicas ficarão de fora

O secretário de Orçamento Fiscal ressaltou que há sim o objetivo de reduzir o número de servidores federais, com o passar dos anos, seguindo a linha de toda a equipe econômica do governo federal.
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No entanto, como a coluna já informou algumas vezes, áreas consideradas estratégicas e carreiras de Estado, como diplomacia, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Advocacia-Geral da União, Controle e Fiscalização e outras ficarão de fora dessa regra de congelamento.
Esse impedimento de novos concursos, aliás, é um dos motivos de críticas e manifestações do funcionalismo contra o Executivo. Os servidores alegam que a medida, além de desvalorizar os profissionais, precariza o serviço público.

Amaro Prado

22:03 (há 12 minutos)
 
 
para mim
 
 
 
União congela concursos públicos ano que vem

A proposta de Orçamento para o próximo ano, apresentada ontem pelo governo de Jair Bolsonaro, cumpre o que o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem falando, e não prevê concursos públicos. O congelamento de vagas deixadas por servidores que se aposentarem está confirmado no projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021, exceto para alguns cargos.
Segundo o secretário de Orçamento Federal, George Soares, serão permitidas reposições de cargos vagos somente para determinadas carreiras, como de professores, militares das Forças Armadas, além de policiais e bombeiros do Distrito Federal.
Desde o início de sua gestão, Guedes defende o congelamento de concursos, e sugere que os postos de trabalho sejam substituídos por digitalização.
Ontem, ao explicar esse trecho da PLOA, George Soares afirmou que não as vagas não devem ser repostas por terceirizações. “Há uma projeção de terceirizados, mas nada fora dos padrões”.

Carreiras estratégicas ficarão de fora

O secretário de Orçamento Fiscal ressaltou que há sim o objetivo de reduzir o número de servidores federais, com o passar dos anos, seguindo a linha de toda a equipe econômica do governo federal.
No entanto, como a coluna já informou algumas vezes, áreas consideradas estratégicas e carreiras de Estado, como diplomacia, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Advocacia-Geral da União, Controle e Fiscalização e outras ficarão de fora dessa regra de congelamento.
Esse impedimento de novos concursos, aliás, é um dos motivos de críticas e manifestações do funcionalismo contra o Executivo. Os servidores alegam que a medida, além de desvalorizar os profissionais, precariza o serviço público.