Publicado 01/05/2021 06:00
O desgastante processo de impeachment que dilapidou o patrimônio político e eleitoral de Wilson Witzel, ex-número 1 do Palácio Guanabara, trouxe consigo um problemão para o PSC. Estamos falando da encrenca que se enfiou o Partido Social Cristão, legenda que tinha como presidente nacional o influente pastor Everaldo Pereira, preso durante a operação Tris In Idem, em agosto do ano passado. A ação fazia parte de investigação de corrupção em contratos de saúde pública no Rio de Janeiro, quando iniciou a derrocada do ex-juiz que de fenômeno eleitoral se transformou em desastre histórico. Na ocasião, além do pastor Everaldo, a Polícia Federal cumpriu mandado de prisão contra o ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Lucas Tristão. Pode-se afirmar que a pandemia arrastou para o cadafalso Witzel e colocou contra a parede o governador do Amazonas, também do PSC, Wilson Lima. Ninguém sabe ao certo que rumo poderá ter o partido na próxima eleição. A guinada do governador Cláudio Castro para o lado bolsonarista dá a dimensão que a opção será abraçar mesmo a extrema-direita.
FUTURO
Na terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro recebeu os três filhos do recém falecido Fidelix. Segundo a revista Exame, "Levy Filho, Karina e Lívia estiveram no Palácio da Alvorada em uma reunião com a presença de Karina Kufa e Admar Gonzaga, advogados eleitorais do presidente, e do ministro do Turismo, Gilson Machado. Levy Filho, secretário-geral do PRTB, é o principal entusiasta da ideia de filiar Bolsonaro e se dispôs a dar total autonomia a ele. Mas Karina Fidelix resiste". Se nem o PRTB ou o antigo Partido da Mulher fecharem com Bolsonaro, será que abre-se a porta do PSC para o presidente da República? Tem gente no Rio de Janeiro, da ala evangélica, que anda pedindo a Deus para que isto aconteça. O que é certo é que com o drama vivido pelo pastor Everaldo e Wilson Witzel há indicativos que o PSC terá que se reinventar, nem que seja mais do mesmo.
FUTURO
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PICADINHO
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