Por luis.araujo

Rio - A coluna de hoje foi guardada para homenagear um bar que é símbolo do Rio. Talvez o mais famoso: o querido Bracarense. A fama não é à toa, afinal, só o Braca consegue fincar no coração do Leblon a informalidade do subúrbio.

Se a coluna é a décima, o bar tinha que ser nota dez. Não, o Braca não é o que se pode chamar de pé-sujo. Afinal, meus amigos, é Leblon. Mas tem alma de pé-sujo. E chope bem tirado. De preferência o garotinho, na saída da praia ou no fim de tarde. As caipirinhas são inesquecíveis.

Tem bolinho de bacalhau (nada de batatalhau), um de camarão que é dos deuses. Sai torresmo toda hora. Tem sanduíche de pernil, de carne assada e um pão com ovo que eu nunca comi igual: o Copacabana, criação do finado e querido Seu Arnaldo, fundador do Braca em 1961, para matar a larica dos netos Carla e Kadu. Vá com sede!

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