Por karilayn.areias

Rio - O segundo dia de festa pela comemoração dos 60 anos do empresário Catito Omar Perez teve direito até uma dobradinha. O Tremendão Erasmo Carlos e ele cantaram, vejam só, ‘Gatinha Manhosa’, com o pique todo. Aliás, Catito entrou nos “enta” com disposição. “Estou me sentindo da mesma forma de quando fiz 40!”, brincou. Mas no clima de festa, sobrou tempo para falar de política. Sobre sua eventual candidatura ao governo do estado, Catito disse que ainda não decidiu, mas que a possibilidade é real. “Defino até o final do ano”, nos contou. Ele ainda não está filiado a nenhum partido, mas afirmou que o PDT seria o mais viável. “Até porque sou brizolista”. Catito nos revelou qual seria a base do seu programa de ações: “Acabaria com 80% dos cargos em comissão; teria somente oito secretarias; contrataria mil policiais federais aposentados para montar uma força-tarefa contra o tráfico de drogas; e horário integral em todas as escolas públicas”.  

Dois dedos de prosa

Serão muitos concertos de música instrumental e muita gastronomia: o Festival Vale do Café, neste final de semana, terá uma agenda cultural intensa. O cenário não poderia ser mais lindo: as fazendas históricas de Vassouras.

Como está o festival na 15ª edição?
Está acontecendo adaptado às condições econômicas do país, mas como sempre, com grande sucesso.

Um bom momento?
O espetáculo, na semana passada, de uma banda africana na estação de trem de Vassouras, com cinco músicos do Congo, refugiados no Rio há dois anos.

Uma calça justa?
Ter que tomar a decisão de não realizar o curso de música. Ele abriga 400 alunos de Vassouras, costumamos dar alojamento e alimentação para 200, por serem de comunidades carentes.

Difícil realizar ofestival com esta crise?
Nos adapatamos às condições impostas por ela, com um emocionante trabalho conjunto com os fazendeiros, hoteleiros e sociedade civil da cidade de Vassouras, o centro do Festival, e destino turistico com suas fazendas históricas.

Haverá o show na praça de Vassouras?
Será substituido por uma programação extensiva na praça da estação, na igreja da Matriz e no auditório da Câmara dos Vereadores.

Um sonho?
Fazer um Destival Vale do Café mais extenso, mostrando cada vez mais fazendas históricas e espetáculos de cunho cultural e popular de qualidade indiscutivel.

Um beijo para?
Meu parceiro, diretor artístico e entusiasta do festival, Turibio Santos; para a idealizadora Cristina Braga; e, lógico, para minha companheira Maria Eduarda e meu enteado Pedro.

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