Publicado 04/03/2019 23:45 | Atualizado 04/03/2019 23:47
Rio - Patrick Carvalho, coreógrafo da Vila Isabel, disse que se inspirou no incêndio do Museu Nacional para idealizar a comissão de frente. "Aquilo mexeu muito comigo e com todos nós. É um turista que entra num pesadelo porque as pessoas desrespeitam muito os museus. Tiram selfies quando é preciso mais respeito", afirmou.
A morte do turista representa a memória diante da desvalorização histórica. Participaram da comissão 15 integrantes que ensaiaram durante seis meses.
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