Publicado 27/06/2019 21:28
Rio - O clima na Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) é de total divisão entre os presidentes. De um lado, o grupo da Mocidade Independente de Padre Miguel, Grande Rio e Imperatriz com os representantes Rogério de Andrade, Jaydar Soares, e Luizinho Drumond, que conta também com as participações da São Clemente e Estácio de Sá. Do outro, Anísio Abraão David (Beija-Flor) e Capitão Guimarães comandam o grupo que ainda tem Portela, Mangueira, Viradouro e, desde a plenária de quarta-feira, atraiu a Unidos da Tijuca, Paraíso do Tuiuti e União da Ilha. Tudo gira em torno da possível eleição presidencial na Liga, que deve acontecer caso Jorge Castanheira realmente se afaste do comando.
"Pedi um prazo de 30 dias para escolas e aí fazer a parte interna e administrativa. Em seguida, eu entro com minha carta de renúncia e o vice-presidente (Zacarias Siqueira) assume. Caso ele não queira ficar no cargo, o presidente do Conselho Deliberativo (Ubiratan Guedes) assume e tem 30 dias para convocar nova eleição", afirmou Castanheira ao site Carnavalesco.
Nos bastidores das escolas de samba, os dirigentes acreditam que a manutenção do regulamento do Carnaval 2019, com o rebaixamento da Imperatriz e do Império Serrano, façam Castanheira seguir no comando da Liesa. A assembleia geral para a manutenção do regulamento do Carnaval 2019 só deve acontecer na primeira quinzena de julho, já que a Liga precisa acertar todos os trâmites legais para a realização da nova votação.
Se confirmada, a saída de Jorge Castanheira acarretará em um longo processo. A preocupação nos bastidores das escolas de samba é que o processo de produção para os desfiles do Carnaval 2020 seja comprometido. O sorteio que geralmente acontece em junho ou julho pode ficar para agosto.
A reportagem do Carnavalesco apurou que o posicionamento firme de Castanheira (figura de personalidade conciliadora) vai ao encontro de problemas de relacionamento entre as principais lideranças da liga. Na plenária ficou evidente a irritação de Anísio Abraão David, que deixou a reunião antes de seu término. Outro que demonstrou muito descontentamento foi Capitão Guimarães, que ameaçou abandonar o Carnaval, caso não haja um consenso entre as forças políticas expostas.
Sem nenhuma confirmação oficial surgem nomes como possíveis opções para o comando da Liesa. Rodrigo Pacheco, vice-presidente da Mocidade, é um desses. A ex-presidente do Salgueiro, Regina Celi, e, Fernando Horta, presidente da Unidos da Tijuca, seriam outras opções. O momento ainda é de espera e apreensão.
"Pedi um prazo de 30 dias para escolas e aí fazer a parte interna e administrativa. Em seguida, eu entro com minha carta de renúncia e o vice-presidente (Zacarias Siqueira) assume. Caso ele não queira ficar no cargo, o presidente do Conselho Deliberativo (Ubiratan Guedes) assume e tem 30 dias para convocar nova eleição", afirmou Castanheira ao site Carnavalesco.
Nos bastidores das escolas de samba, os dirigentes acreditam que a manutenção do regulamento do Carnaval 2019, com o rebaixamento da Imperatriz e do Império Serrano, façam Castanheira seguir no comando da Liesa. A assembleia geral para a manutenção do regulamento do Carnaval 2019 só deve acontecer na primeira quinzena de julho, já que a Liga precisa acertar todos os trâmites legais para a realização da nova votação.
Se confirmada, a saída de Jorge Castanheira acarretará em um longo processo. A preocupação nos bastidores das escolas de samba é que o processo de produção para os desfiles do Carnaval 2020 seja comprometido. O sorteio que geralmente acontece em junho ou julho pode ficar para agosto.
A reportagem do Carnavalesco apurou que o posicionamento firme de Castanheira (figura de personalidade conciliadora) vai ao encontro de problemas de relacionamento entre as principais lideranças da liga. Na plenária ficou evidente a irritação de Anísio Abraão David, que deixou a reunião antes de seu término. Outro que demonstrou muito descontentamento foi Capitão Guimarães, que ameaçou abandonar o Carnaval, caso não haja um consenso entre as forças políticas expostas.
Sem nenhuma confirmação oficial surgem nomes como possíveis opções para o comando da Liesa. Rodrigo Pacheco, vice-presidente da Mocidade, é um desses. A ex-presidente do Salgueiro, Regina Celi, e, Fernando Horta, presidente da Unidos da Tijuca, seriam outras opções. O momento ainda é de espera e apreensão.
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