Publicado 25/02/2020 02:16 | Atualizado 25/02/2020 02:16
Rio - Quitéria Chagas, atual rainha de bateria do Império Serrano, veio acompanhar o segundo dia de desfiles de seus amigos. Depois de 20 anos de Carnaval, ela se despede da Avenida.
"Rompi o ligamento do joelho bem antes do Carnaval. Torci o joelho, ele saiu do lugar no fim janeiro. Escondi de todo mundo, não queria que ninguém soubesse, talvez porque falariam que não poderia sambar. Tive que colocar o joelho no lugar duas vezes. Dor de parto. Fiz reabilitação para a perna voltar a ter força, não conseguia colocar o pé no chão, andava de cadeira de rodas. Fiz fisioterapia, eletrochoque pro músculo voltar a fortalecer e a coxa sustentar o joelho. Tenho que operar o ligamento cruzado", conta ela, que fará a cirurgia no dia 28 e, dia 13, embarca para Itália onde mora com marido e filha.
A modelo revela que momentos antes de entrar na Avenida, o fisioterapeuta foi até o Sambódromo e 'amarrou" o joelho com elásticos. "E a minha bota também ajudou a sustentar o joelho. Só que eu não podia sambar de lado, só frente e trás, perdi meus movimentos (de samba) completos, mas falei: 'não vou desistir, sou mais forte que o joelho. Amo a escola'", lembra ela, visivelmente emocionada.
A rainha ainda lamenta os problemas apresentados pela escola do coração e diz que a agremiação não volta no Sábado das Campeãs. "O Império infelizmente não tem chance. As baianas vieram sem as saias, tiveram vários problemas. Se Deus quiser a gente reza pra não descer", avalia.
Esses 20 anos de Carnaval foram de muita emoção para Quitéria. "A primeira presidente mulher de escola de samba me convidou para ser rainha. Na época a Tia Eulália, uma das fundadoras pediu. Sempre achei que seria difícil ser rainha de bateria. A primeira vez (rainha) foi em 2006, depois parei, me desentendi com eles, queriam negociar o posto e falei que não pagava, fui muda da Vila Isabel três anos, engravidei, fiquei cuidando da minha filha. Voltei em 2007, fui rainha da Escola a primeira vez. Agora a Sabrina Sato é da Vila Isabel", diz ela, que reinou ano passado e esse ano também.
"Rompi o ligamento do joelho bem antes do Carnaval. Torci o joelho, ele saiu do lugar no fim janeiro. Escondi de todo mundo, não queria que ninguém soubesse, talvez porque falariam que não poderia sambar. Tive que colocar o joelho no lugar duas vezes. Dor de parto. Fiz reabilitação para a perna voltar a ter força, não conseguia colocar o pé no chão, andava de cadeira de rodas. Fiz fisioterapia, eletrochoque pro músculo voltar a fortalecer e a coxa sustentar o joelho. Tenho que operar o ligamento cruzado", conta ela, que fará a cirurgia no dia 28 e, dia 13, embarca para Itália onde mora com marido e filha.
A modelo revela que momentos antes de entrar na Avenida, o fisioterapeuta foi até o Sambódromo e 'amarrou" o joelho com elásticos. "E a minha bota também ajudou a sustentar o joelho. Só que eu não podia sambar de lado, só frente e trás, perdi meus movimentos (de samba) completos, mas falei: 'não vou desistir, sou mais forte que o joelho. Amo a escola'", lembra ela, visivelmente emocionada.
A rainha ainda lamenta os problemas apresentados pela escola do coração e diz que a agremiação não volta no Sábado das Campeãs. "O Império infelizmente não tem chance. As baianas vieram sem as saias, tiveram vários problemas. Se Deus quiser a gente reza pra não descer", avalia.
Esses 20 anos de Carnaval foram de muita emoção para Quitéria. "A primeira presidente mulher de escola de samba me convidou para ser rainha. Na época a Tia Eulália, uma das fundadoras pediu. Sempre achei que seria difícil ser rainha de bateria. A primeira vez (rainha) foi em 2006, depois parei, me desentendi com eles, queriam negociar o posto e falei que não pagava, fui muda da Vila Isabel três anos, engravidei, fiquei cuidando da minha filha. Voltei em 2007, fui rainha da Escola a primeira vez. Agora a Sabrina Sato é da Vila Isabel", diz ela, que reinou ano passado e esse ano também.
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