Sophie Charlotte comenta cenas ousadas em filme: 'Dublê? Imagina'

Atriz vive a ex-prostituta Tereza em 'Serra Pelada'

Por tabata.uchoa

Rio - Tereza surge decotada, de saia bem curta e maquiagem carregada. Sentada ao lado de seu noivo, ela não se intimida e encara fixamente seu próximo alvo, encostado do outro lado do balcão de um bar. Minutos depois, a ex-prostituta está envolvida nos braços do homem que acabou de conhecer. Em meio a línguas, sussurros e gemidos, dentro de um banheiro imundo, os dois transam loucamente. Em pé. A impulsividade de Tereza é percebida em diversas cenas do filme ‘Serra Pelada’, com direção de Heitor Dhalia, que estreia sexta-feira e marca o primeiro papel de Sophie Charlotte no cinema.

Sophie Charlotte em cena do filme 'Serra Pelada'Divulgação


“Acabei trocando de pele com a Tereza. Foi um processo de muito afeto e confiança. Não houve pudor. E, se tive medo, a vontade de interpretá-la foi muito maior”, diz a atriz, empolgada a ponto de quase dar um pulo da cadeira ao ser questionada se pensou em usar dublê nas cenas em que aparece com pouca roupa. “É minha primeira cena no cinema. Você acha que eu colocaria um dublê? De jeito nenhum, imagina!”, enfatiza.

“Meu momento de fazer isso era nesse filme”, continua ela, que já imagina o barulho que as cenas vão causar. O que é compreensível, já que a atriz tem estado em evidência ultimamente. Além de ser protagonista de ‘Sangue Bom’, novela em que interpreta Amora, Sophie se separou recentemente de Malvino Salvador e foi flagrada em clima de romance com seu colega de elenco Marco Pigossi. “Dizer que é fácil? Não, não é. Sei que não posso comparar minha vida, que é exposta, com a da minha prima, que é engenheira de produção. Estou aprendendo”, conta.

Em relação a Pigossi, ela ri e afirma. “Somos apenas amigos”. Malvino Salvador, com quem namorou por três anos, não tem lhe tirado o sono. “Estou vivendo um momento de ebulição. Minha energia está voltada para o filme. Estou bem, feliz. Minha emoção está ligada ao meu ofício. Não trabalho em um escritório, onde você cumpre suas oito horas e vai para casa pensando em outra coisa. Meu trabalho ocupa todo meu tempo”, conclui.

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