Léo Janeiro e simo not simon tocaram no palco New Dance OrderDivulgação / Rapha Garcia
“A preparação foi uma troca com o Léo, a gente entender o que ele gosta, o que eu gosto, qual é o meio do caminho, o que a gente poderia sonhar… Como se tivesse um monte de Lego em cima da mesa e a gente foi montando, construindo tudo bem amarradinho”, contou Simo.
“Cada vez que eu participo do Rock in Rio, é muito especial. Esse ano, completam 25 anos de música eletrônica no festival e tenho certeza que a ideia que a gente trouxe tem muito a ver com esse momento do Rock in Rio: contar a história do que aconteceu e juntar com o que ainda vai acontecer. Foi um desafio legal”, explicou.
“Fazer um back to back entre DJs tem que ter uma conexão muito forte. Não só musical, mas também gostar da pessoa. Por a gente já ser amigo, facilitou demais o processo. É muito especial, estar com o Simo, que eu sempre acompanhei e vi o crescimento dele, sei o quanto ele ralou para estar aqui. Na vida, poucas vezes você vai encontrar com pessoas que você pensa: ‘vou estar junto desse cara até o último dia que ele estiver aqui’. Eu tenho isso com o Simo. Com certeza o Rock in Rio aproximou a gente ainda mais, começando a entender como as cabeças dele e minha funcionam, eu aprendo muito com ele”, reforçou.
Além de “Madness”, os sucessos “I feel for you baby”, de Bob Sinclair, e “Eu vou torcer pela pista”, de Fernanda Abreu e DJ Memê, também fizeram a multidão pular. Outro momento alto do show foi a homenagem a Pedro Henrique Leal Corrêa, amigo dos dois artistas, que morreu no fim do último mês. Com fotos e vídeos de momentos descontraídos de Pedrão, a apresentação emocionou os fãs da dupla.





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