'Espero que um dia o preconceito contra o funk acabe', diz Anitta

Cantora participou do 'Domingão do Faustão' neste final de semana

Por O Dia

Anitta
Anitta -

Rio - Anitta participou do quadro "Ding Dong" no "Domingão do Faustão" deste final de semana. Na atração, a cantora falou sobre as dificuldades de se estabelecer na carreira internacional e do preconceito contra o funk. 

"Espero que um dia acabe, mas segue tendo, né? Hoje em dia acontece tudo, eu fico aqui em uma plenitude... Depois que você já tomou um monte, fica alerta", disse a cantora, que também afirmou que vai à luta em busca do sucesso e realização profissional. 

"Eu não fico esperando as coisas acontecerem, coloco a meta na minha cabeça e vou atrás. Dou um jeito de fazer acontecer. Graças a Deus, minha família, equipe e força de vontade, tudo que quis até hoje, consegui chegar lá", garantiu. 

A cantora também comentou o esforço para se manter relevante tanto no Brasil quanto fora do país. "O mais difícil dessa coisa internacional realmente é começar lá fora enquanto ainda está se mantendo aqui. Uma coisa é sair, ficar só investindo em seu trabalho em outros mercados. Outra é fazer aqui", disse a cantora, explicando porque não pode lançar músicas apenas em inglês ou espanhol. 

"O Brasil é um público que não consome tanto o mercado lá de fora. Tem gente que é super conhecida lá fora e aqui o povo nem sabe quem é. A gente é muito patriota na nossa cultura, gosta de ver o que é nosso, principalmente na música. O top das mais ouvidas é mais em português, mas a gente vai entrando". 

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